ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.619-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>INCIDÊNCIA DE ENDOPARASITAS E SUA CORRELAÇÃO COM O HEMOGRAMA DE CÃES INTERNADOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA</strong></p><p align=justify><b><u>Amanda Oliveira de Andrades </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Marcielen Pagnoncelli </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Heloisa Heinloft Palma </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Fernada Silveira Flores Vogel </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Ariane Ferreira Gonçalves </b> (<i>Univerisdade Federal de Santa Maria</i>); <b>Fernada Tamiozzo </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Luis Antônio Sangioni </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente estudo teve como objetivo verificar a incidência de endoparasitas em cães internados no Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria (HV-UFSM), analisando uma possível relação das parasitoses com alterações do hemograma. Foram analisadas 46 amostras de fezes, das quais 15 (32,6%) estavam parasitadas. Os parasitos mais freqüentes foram Toxocara sp. em 6 (40%), Ancylostoma sp. em 5 (33,3%), Trichuris sp. em 4 (26,7%), Dypilidium sp. em 1 (6,6%), Alaria sp. em 1 (6,6%) e em 2 (13,3%) amostras foi encontrada infecção mista por Ancylostoma sp. e Trichuris sp.. Somente 2 amostras (13,3%) estavam com eosinofilia, enquanto que das 31 amostras negativas (67,4%), também duas apresentaram eosinofilia. De acordo com o sexo e idade dos animais, nota-se uma maior prevalência de machos parasitados, com 43,5% e de filhotes parasitados abrangendo 50%. Os resultados mostraram que a melhor forma para diagnosticar parasitismo é o exame coproparasitológico, já que as alterações do hemograma não foram significativas. Além disso, foi observado que mesmo recebendo cuidados higiênico-sanitários, os animais têm uma relevante prevalência de endoparasitas, evidenciando um tratamento antiparasitário inadequado. Devido ao grande número de animais parasitados em um ambiente hospitalar, existe a preocupação de que estes possam se tornar um risco àqueles imunossuprimidos, já que dividem o mesmo espaço físico e, muitas vezes, por períodos prolongados.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>