ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:15.616-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ciências Básicas</b><p align=justify><strong>COMPORTAMENTO DAS ARTÉRIAS CORONÁRIAS EM FETOS DE BOVINOS AZEBUADOS</strong></p><p align=justify><b>Rosângela Felipe Rodrigues </b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>); <b>Alan Peres Ferraz de Melo </b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>); <b>Wilson Machado de Souza </b> (<i>UNESP/Campus Araçatuba</i>); <b>Gilmar Rodrigues Lopes </b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>); <b><u>André Luis Centeno </u></b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Introdução: A Medicina Veterinária possui um papel de importância impar dentro do contexto social, o de oferecer subsídios técnicos para a produção de proteína animal. É tentando solucionar estas dificuldades que a Medicina Veterinária está desenvolvendo novas tecnologias para melhorar a produção animal com novos animais, como é o caso do bovino azebuado. O coração bovino tem sido exaustivamente estudado por diversos autores, mas o coração de bovinos azebuados não. Objetivos: Visando este aspecto, tem-se por objetivo no presente trabalho estudar a arquitetura das artérias coronárias, tentando descrever sua distribuição na parede cardíaca, seu padrão fluxográfico coronariano, delimitar as diversas áreas vasculares e evidenciar ou não anastomoses entre seus diversos ramos. Metodologia: No frigorífico, procedeu-se a abertura dos fetos e os conjuntos coração e pulmão foram separados do restante das demais víscera. Nas próprias dependências do abatedouro o material foi lavado em água corrente com o objetivo de retirar o excesso de sangue. Em seguida, separou-se o coração do pulmão. As artérias coronárias direita e esquerda foram canuladas e inicialmente realizada perfusão com solução fisiológica ligeiramente aquecida, com objetivo de retirar o máximo ainda presente de sangue destas artérias. Em seguida, injetou-se substância látex corada com pigmento específico nas artérias previamente canuladas, onde se obteve o preenchimento dos vasos do referido órgão. Logo após a injeção da substância látex, os corações foram preenchidos internamente com algodão para conservar seu formato. Então os corações já injetados foram transportados para o Laboratório de Anatomia Veterinária do Curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Rio Preto-UNIRP, onde foram colocados em solução aquosa de formaldeido a 20% por período não inferior a 72 horas. Após este período os corações foram dissecados nas suas faces auriculares e atrial tomando o máximo de cuidado com as artérias coronárias e seus ramos. Quanto à nomenclatura das estruturas encontradas, foi utilizada a Nomina Anatomica Veterinaria. Resultado: Em todos os corações (100%) observou-se a artéria coronária esquerda e direita única. A artéria coronária esquerda divide-se em ramo descendente, que ocupa o sulco interventricular paraconal, e ramo circunflexo, que ocupa o sulco atrioventricular subsinuoso. A artéria coronária direita é bastante modesta e divide-se em ramo circunflexo que se dirige ao sulco interventricular subsinuiso sem, contudo ocupá-lo, e ramo marginal, que desce ao ápice do coração pela margem cranial do coração. Fontes consultadas: DYCE, K. M. ; SACK, W. O. ; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. GETTY, R. Sisson/Grosman anatomia dos animais domésticos. 5.ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1986. v. 1 - 2 </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>