ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:15.616-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ciências Básicas</b><p align=justify><strong>COMPORTAMENTO MICROSCÓPICO DOS ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS DE RÃ TOURO (RANA CATESBEIANA- SHAW, 1802) EM DIFERENTES ESTÁGIOS DE MATURAÇÃO</strong></p><p align=justify><b>Stephanie Fernandez </b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>); <b>Alan Peres Ferraz de Melo </b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>); <b>Rodrigo Storti Pereira </b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>); <b>Rosângela Felipe Rodrigues </b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>); <b><u>André Luis Centeno </u></b> (<i>Centro Universitáriuo de Rio Preto</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Introdução: A rã-touro possui importância econômica por apresentar uma carne muito apreciada, além de oferecer outros produtos tais como: pele in natura, pele curtida e corpo gorduroso. Porém, o mercado apresenta demanda até quatro vezes maior em relação à oferta; sendo assim, não consegue atender a todos os pedidos por causa de problemas de manejo, que diminuem a produção (AGUIAR, 2008). A criação da rã-touro em ranários comerciais no Brasil é muito intensa; sua reprodução ocorre sem problemas no cativeiro, mas de forma aleatória sob influência favorável da natureza. Desta forma, o controle da reprodução desse animal em cativeiro é muito importante para os criadores e para isso, é necessário o conhecimento amplo dos órgãos genitais feminino (AGUIAR, 2008). Devido à falta de conhecimentos sobre o oviduto da rã-touro, o projeto se faz importante, pois além de contribuir com novas informações para o meio científico, fornecerá informações para novas pesquisas nas áreas de reprodução e melhoramento genético animal o que auxiliará profissionais que trabalham de forma direta ou indireta a melhorar o manejo e aumentar a produção desses animais. Objetivos: Este trabalho tem por finalidade estudar a microscopia das diferentes partes que compõe o oviduto, em diferentes estágios de maturação Metodologia: Para a confecção do presente trabalho utilizou-se rãs fêmea, jovem. Foram coletados no Ranário Bomsalito, município de Catanduva, Estado de São Paulo, sob número de inscrição na Secretaria Estadual de Agricultura - 157/SP. Seguir-se-á os princípios éticos para o uso de animais de laboratórios do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (COBEAS) e da Resolução 714 de 20 de junho de 2007 do Conselho Federal de Medicina Veterinária. Para a descrição das estruturas anatômicas utilizou-se a World Association of Veterinary Anatomists. International Committee on Avian Anatomical Nomenclature (Nomina Anatômica Avium, 1979). Foram colhidos fragmentos e fixados em formormaldeído 4% em tampão fosfato de sódio (0,1M, pH7,4 a 4ºC) por 24 horas. Logo após processou-se rotineiramente na desidratação, diafanização e inclusão em parafina. Em seguida à inclusão, foi cortado na espessura de 5 µm no micrótomo. Depois dos cortes prontos, as lâminas foram coradas pela coloração com hematoxilina-eosina (HE), para em seguida visualizou-se em microscópico óptico em aumento de 400X Resultado: O infundíbulo apresenta epitélio de revestimento pseudoestratificado prismático ciliado com lâmina própria constituída de tecido conectivo frouxo. O magno possui epitélio de revestimento pseudoestratificado prismático ciliado e não ciliado com lâmina própria com numerosas glândulas tubulares ramificadas. Já o istmo apresenta epitélio de revestimento pseudoestratificado prismático ciliado com lâmina própria constituída de tecido conectivo frouxo Fontes consultadas: DYCE, K. M. ; SACK, W. O. ; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. GETTY, R. Sisson/Grosman anatomia dos animais domésticos. 5.ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1986. v. 1 - 2 </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>