ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.614-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL EM EQÜINOS COM SÍNDROME CÓLICA</strong></p><p align=justify><b>Adriana Machado de Campos de Caroli </b> (<i>FMVZ/USP</i>); <b><u>Carla Bargi Belli </u></b> (<i>FMVZ/USP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A cólica eqüina é uma síndrome de alta ocorrência e importância, que vem acompanhada de desidratação e hipovolemia, que deve ser corrigida rapidamente. A avaliação da pressão arterial, embora não seja utilizada de forma rotineira, é um bom indicador da condição cardiovascular do animal e, por isso, um parâmetro menos subjetivo a ser avaliado em pacientes com cólica. Este trabalho visou a mensuração da pressão arterial de eqüinos com síndrome cólica, antes e após a fluidoterapia e sua comparação com grupos de animais não submetidos a alterações circulatórias. Para tanto foram utilizados três grupos de eqüinos adultos: 20 eqüinos saudáveis não submetidos a estresse de transporte; 10 eqüinos submetidos a transporte, sem alterações circulatórias; 10 eqüinos com síndrome cólica. A pressão arterial foi mensurada pelo método indireto na artéria coccígea, com esfigmomanômetro e doppler vascular. Nos animais com cólica as avaliações foram realizadas antes da fluidoterapia, após metade do volume ser instituído e ao final da fluidoterapia. Foram realizadas comparações estatísticas dos valores obtidos entre os grupos e dentro do grupo de pacientes com síndrome cólica. O estresse de transporte aumentou a pressão arterial dos animais, mas não houve diferença em relação aos cavalos com cólica, provavelmente devido às alterações de hipovolemia e grande desvio padrão dos valores deste último grupo. Quanto maior a desidratação dos cavalos com cólica, menor o valor de pressão arterial. Ao instituir a fluidoterapia, ocorre aumento e restabelecimento da pressão arterial em eqüinos que apresentam baixos valores de pressão arterial no início do atendimento. Animais com pressão arterial normal ou alta no início do atendimento tendem a manter ou elevar levemente a pressão arterial com a fluidoterapia. A maioria dos animais com cólica com baixa pressão arterial no início do atendimento vieram a óbito. Concluiu-se que a mensuração da pressão arterial pelo método indireto na artéria coccígea é de fácil execução, principalmente da pressão arterial sistólica, e que a mesma é de grande auxílio em casos de cólica, uma vez que possui alta correlação inversa com a desidratação. Valores muito baixos de pressão arterial em eqüinos com síndrome cólica indicam mau prognóstico, não sendo possível pelo pequeno número de animais analisados determinar um valor de corte.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>