ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.614-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>COLHEITA DE SANGUE PELA VEIA FACIAL TRANSVERSA COMO ALTERNATIVA AO USO DA VEIA JUGULAR EM EQÜINOS: COMPARAÇÃO DA TÉCNICA E AVALIAÇÃO LABORATORIAL</strong></p><p align=justify><b>Patrícia Miyashiro </b> (<i>FMVZ/USP</i>); <b>Lívia Corbetta Cruz </b> (<i>FMVZ/USP</i>); <b><u>Carla Bargi Belli </u></b> (<i>FMVZ/USP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A colheita de sangue venoso é uma prática de rotina dentre os procedimentos clínico-veterinários. A veia mais comumente acessada em eqüinos é a veia jugular externa (VJ). Devido à sua importância, tem-se utilizado a veia facial transversa (VFT) como alternativa para evitar tromboses, preservar a integridade da VJ e em pacientes cujo acesso ao vaso é dificultado. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a viabilidade das técnicas de colheita sangüínea descritas na literatura através do acesso à VJ e à VFT, avaliar e comparar os resultados laboratoriais das amostras coletadas de ambos os vasos, com a finalidade de acrescentar esta técnica de punção sangüínea à rotina clínica de eqüinos. Foi feita a colheita de amostras sangüíneas de 20 animais das veias facial transversa e jugular. Realizou-se a avaliação da dificuldade das colheitas e do comportamento do animal. Posteriormente, foram realizados os seguintes exames: hemograma completo e bioquímica sérica. Quanto à dificuldade da técnica, o acesso pela VFT mostrou-se estatisticamente mais difícil que pela VJ. Porém, pôde-se observar que após breve treinamento, esse acesso torna-se facilmente aplicável. Houve correlação entre o comportamento do animal e a dificuldade na punção de ambas as veias. Não houve diferença na comparação dos diferentes parâmetros analisados de hemograma e bioquímica sérica entre os dois vasos. Logo, a veia facial transversa pode ser utilizada como local de colheita de amostras de sangue na rotina clínica como alternativa ao uso da veia jugular.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>