ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.610-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>LEPTOSPIROSE E MORCEGOS EM ÁREA URBANA NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO - BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Thirsa Alvares Franco Bessa </u></b> (<i>Laboratorio de Zoonoses e Doenças Transmitidas por Vetores - CCZ - COVISA - SMS</i>); <b>Erica Giuseppina Berardis Chapola </b> (<i>Laboratorio de Zoonoses e Doenças Transmitidas por Vetores - CCZ - COVISA - SMS</i>); <b>Anne Spichler </b> (<i>Instituto de Infectologia Emilio Ribas</i>); <b>Alfred Christian Husch </b> (<i>Laboratorio de Zoonoses e Doenças Transmitidas por Vetores - CCZ - COVISA - SMS</i>); <b>Miriam M. Sodré Silva </b> (<i>Setor de Quirópteros - CCZ - COVISA - SMS</i>); <b>Marilene Fernandes de Almeida </b> (<i>Laboratorio de Zoonoses e Doenças Transmitidas por Vetores - CCZ - COVISA - SMS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Leptospirose é uma zoonose transmitida através do contato com reservatórios animais domésticos e silvestres. Pesquisas realizadas com morcegos na Amazônia Peruana indicam a participação desses animais no ciclo epidemiológico da leptospirose.No Brasil, poucos trabalhos foram realizados relacionando leptospirose e quirópteros. Objetivo: Determinar, por meio de inquérito sorológico e microbiológico, a prevalência de leptospirose em quirópteros do município de São Paulo. O estudo foi realizado de abril a dezembro de 2007 no Laboratório de Zoonoses e Doenças Transmitidas por Vetores do Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura do Município de São Paulo. Onde foram identificados de acordo com a Família, Gênero e Espécie utilizando chave de identificação para morcegos brasileiros. A análise sorológica de Leptospirose foi realizada através do Teste de Microaglutinação (MAT) utilizando 20 sorovares, e a análise microbiológica através de PCR em tecido renal. A amplificação foi realizada utilizando-se pares de primers específicos da região 16S rRNA de Leptospira interrogans sorovar Canicola: Lep 1: 5 GGC GGC GCG TCT TAA ACA TG 3 e Lep 2:3 TTC CCC CCA TTG AGC AAG ATT. Dos 340 morcegos capturados, a maioria era insetívoros (56,8%), fêmeas (64,4%) e adultos (55,3%). A MAT mostrou resultado não reagente, realizada em 166 amostras e o PCR demonstrou-se positivo em um animal adulto, fêmea, de hábito alimentar frugívoro, da espécie Artibeus lituratus (1/340) .Sugere-se que os morcegos não tenham relevância no ciclo epidemiológico da Leptospirose em área urbana no Município de São Paulo.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>