ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.608-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>AUTOHEMOTERAPIA MAIOR OZONIZADA NO TRATAMENTO DE HABRONEMOSE EM EQÜINO - RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b>Cesar Augusto Garcia </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Leonilda Stanziola </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Isabel Cristina Vital de Andrade </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b><u>Saira Mabel Nara Neves </u></b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Luisa Almeida Deragon Garcia </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Habronema muscae Carter 1961, é um parasita de cavalos, pôneis, jumentos e zebras. A forma adulta vive sobre as mucosas com sua região cefálica introduzida no tecido. Os ovos são compridos e finos e contém larvas que são liberadas sobre feridas ou dentro do estômago por ingestão acidental onde a maturidade é atingida dentro de dois meses. O efeito do ozônio sobre a pele acontece pela reação com ácidos graxos poliinsaturados e água presentes no stratum corneum, gerando espécies reativas de oxigênio e lipooligopeptídeos como peróxido de hidrogênio, que são parcialmente reduzidos pela glutation oxidase, superóxido dismutase, catalase, isoformas de vitamina E, vitamina C, glutation, ácido úrico e ubiquinol, ou serem parcialmente absorvidos via endovenosa e por capilares linfáticos. Uma égua com aproximadamente 3 anos de idade e raça indefinida apresentando extensa ferida rostral localizada no antímero direito entre o olho e narina, com suspeita clínica de habronemose cutânea, foi tratada com uso tópico e sistêmico de ozônio. Para tratamento sistêmico foi utilizada autohemoterapia maior ozonizada através de duas aplicações por semana. Para tratamento tópico da lesão fez-se uso diário de duas aplicações de água e óleo ozonizados. Manifestações de dor, efeitos colaterais indesejáveis ou intolerância ao ozônio não aconteceram no decorrer do tratamento. Observou-se gradativa formação de tecido de regeneração em substituição a pele necrosada, com rápida redução da área afetada e decorridos dois meses de tratamento, a regeneração tecidual e cicatrização de quase toda a superfície lesada apontam para a cura clínica do animal. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>