ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.606-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>DIOCTOPHYMA RENALE EM FÊMEAS CANINAS - RELATO DE CASOS</strong></p><p align=justify><b><u>José Eurico Vieira Nunes </u></b> (<i>Clínica Veterinária São Francisco</i>); <b>Gilka Alonso Araújo </b> (<i>Clínica Veterinária São Francisco</i>); <b>Clarissa Fonseca Caetano </b> (<i>Clínica Veterinária São Francisco</i>); <b>Caroline Sarmento </b> (<i>Clínica Veterinária São Francisco</i>); <b>Jacira Beatriz Montezano Rios </b> (<i>Clínica Veterinária Jacira Rios</i>); <b>Rita de Cássia Zabaleta Toaldo </b> (<i>Clínica Veterinária Jacira Rios</i>); <b>João Manoel Chapon Cordeiro </b> (<i>Clínica Veterinária São Francisco</i>); <b>Isabel Duarte Schuch </b> (<i>Clínica Veterinária São Francisco</i>); <b>Débora Scopel </b> (<i>Clínica Veterinária São Francisco</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO Descreve-se a ocorrência de dois casos, no intervalo de 17 meses, de infecção por Dioctophyma renale em fêmeas caninas. No primeiro caso foram encontradas várias formas adultas de Dioctophyma renale em uma fêmea canina jovem, SRD, faixa etária pouco comum nesta enfermidade. As manifestações clínicas eram inespecíficas (dor abdominal, relutância ao exercício e lordose), excetuando-se uma hematúria contínua. A suspeita clínica foi inicialmente mascarada pela não observação dos ovos de D. renale nas amostras de urina e enviadas ao laboratório, as quais somente identificaram sinais de infecção urinária baixa. Foram medicadas com antibióticos e vitamina K, havendo resultado positivo parcial. No primeiro caso houve uma má interpretação em relação à presença de um ovo no sedimento urinário, porém este fato conduziu ao diagnóstico. A suspeita diagnóstica através da observação deste ovo identificado como de Ascaris sp., a hematúria constante e a investigação adicional com ultra-sonografia, a qual revelou uma massa amorfa no local do rim direito, conduziram à proposta de laparotomia exploratória. No segundo caso o exame ultra-sonográfico demonstrou formas compatíveis com os parasitos no interior do rim direito. O procedimento cirúrgico foi realizado após a interpretação dos exames pré-operatórios de rotina. Na primeira fêmea foi realizada num primeiro tempo cirúrgico uma OSH (ovariossalpingohisterectomia) por solicitação do proprietário; num segundo tempo foi realizada a nefrectomia unilateral direita. Na segunda fêmea, o procedimento cirúrgico foi a nefrectomia unilateral. No interior dos rins degenerados foram encontradas formas adultas, machos e fêmeas, de D. renale. Atenta-se para que os exames laboratoriais de amostras colhidas de animais domésticos sejam realizados em estabelecimentos onde exista um Médico Veterinário capacitado. Este foi um dos complicantes que retardaram o diagnóstico no primeiro caso. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>