ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.601-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>MASTOCITOMA NA CAVIDADE ORAL DE UM CÃO - RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Heloisa Einloft Palma </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Marina Gabriela Monteiro Carvalho Mori da Cunha </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Luciele Varaschini Teixeira </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Alceu Gaspar Raiser </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Anne Santos do Amaral </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Cândido Fontoura da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O mastocitoma é o tumor cutâneo e um dos tumores malignos mais comumente encontrados no cão, com incidência de aproximadamente 20% na população canina, sendo mais comum em animais de meia idade a idosos. O mastocitoma cutâneo geralmente ocorre como nódulos solitários, entretanto, de 10 a 15% dos cães apresentam tumores múltiplos. Os cães com mastocitoma podem ser tratados com cirurgia, radioterapia ou quimioterapia ou com uma combinação destas. As duas primeiras opções de tratamento são potencialmente curativas, ao passo que a quimioterapia é apenas paliativa. Foi atendido no Hospital Veterinário Universitário (HVU) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) um cão macho, da raça Pinscher; no exame físico apresentava aumento de volume associado a uma massa com diâmetro aproximado de 4cm X 2cm na área da gengiva, tendo sido diagnosticado mastocitoma através do exame de Citologia Aspirativa por Agulha Fina (CAAF). Foi prescrito prednisona (1mg/kg, SID, VO) durante duas semanas e realizada remoção cirúrgica da massa. A abordagem cirúrgica foi feita mediante incisão circular ao nódulo, seguido de divulsão e curetagem, tendo sido preservada a pele e o osso maxilar, resultando em um aspecto cosmético final ótimo, conforme desejo do proprietário. A avaliação de um cão apresentado com suspeita de mastocitoma deve incluir aspiração com agulha fina das áreas acometidas. Para se determinar a morfologia celular, a CAAF é considerada definitiva. A remoção cirúrgica associada a prévio tratamento com prednisona parece ser útil na remoção de mastocitoma presente em locais de difícil abordagem, como na cavidade oral de cães, além disso, parece diminuir a possibilidade de recidiva local em pouco tempo após o procedimento.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>