ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.598-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>PSEUDOMONAS AERUGINOSA COMO CAUSA DE OTITE EXTERNA EM CÃES E VERIFICAÇÃO DO PADRÃO DE SENSIBILIDADE DAS AMOSTRAS ISOLADAS</strong></p><p align=justify><b><u>Marilia Scartezzini </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Vilson B. Silva Jr. </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Fernanda S. Abilleira </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Felipe I. Vogt </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Vanessa D. Mottin </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Sergio J. de Oliveira </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Celso Pianta </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Foram analisadas 374 amostras provenientes de casos de otite externa canina, onde foi identificada P. aeruginosa como o agente bacteriano Gram negativo mais importante envolvido na etiologia da doença em 39 casos clínicos. Foram realizados testes de antibiograma, sendo observada grande resistência aos antibióticos beta-lactâmicos.A otite externa é uma inflamação dos componentes de tecido mole do meato auditivo externo, podendo apresentar uma etiologia multifatorial. Sua importância se deve ao fato de constituir um dos problemas mais comuns encontrados na clínica de pequenos animais . Diversos são os fatores de virulência encontrados na P. aeruginosa que permitem a colonização, a sobrevivência e a invasão dos tecidos do hospedeiro. A pili facilita a aderência nos epitélios, uma exoenzima e outras adesinas não derivadas da pili reforçam esta aderência. O flagelo igualmente auxilia no processo de adesão (as amostras não flageladas mostram virulência atenuada). O sideróforo, principalmente a pioverdina permite o crescimento da bactéria mesmo na ausência do íon ferro livre. A citotoxina liberada pela P. aeruginosa é responsável pela alteração na membrana dos leucócitos, liberação das enzimas dos lisossomos e também é responsável pela intensa reação inflamatória e necrose tissular. Produzem pelo menos quatro proteases causadoras de hemorragias e necroses dos tecidos; a mais importante é uma elastase que age sobre a elastina, a laminina, sobre os colágenos tipos III e IV e sobre os proteoglicanos. A exotoxina A inibe a síntese protéica das células eucariontes e a exoenzima S atua sobre as imunoglobulinas A e G e contribui para aumentar a resistência da bactéria aos macrófagos. As otites representam de 8 a 15% dos casos atendidos na prática clínica veterinária no Brasil e a otite externa crônica (OEC) corresponde a até 76,7% dos casos de otopatia em cães, destacando-se a espécie Pseudomonas aeruginosa.Entre as bactérias Gram positivas, o Staphylococcus intermedius é uma das principais bactérias isoladas no cão com otopatia.No presente trabalho está descrito o isolamento de 39 amostras de Pseudomonas aeruginosa provenientes de 374 casos de otite externa de cães que foram atendidos nos ambulatórios do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária da ULBRA-Canoas, RS, durante o período de abril de 2007 à junho de 2008, assim como os resultados dos testes de sensibilidade realizados sobre estes isolados.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>