ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.594-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PERFIL DAS CATEGORIAS ANIMAIS OVINAS ABATIDAS EM MATO GROSSO DO SUL</strong></p><p align=justify><b>André Sorio </b> (<i>Engenheiro agrônomo e mestrando em Agronegócios da UFSM</i>); <b>Gustavo Alburquerque Santos </b> (<i>Aluno de graduação em Medicina Veterinária da UFMS</i>); <b>Edwin Willian Bonfim Bakarji </b> (<i>Aluno de graduação em Medicina Veterinária da UFMS</i>); <b>Fernando Lemes Peixoto </b> (<i>Aluno de graduação em Zootecnia da UFMS</i>); <b>Lucélia Mara Lemes Nogueira </b> (<i>Médica Veterinária Autônoma e Aluna de Pós Graduação, Qualittas/MS</i>); <b>Charles Ferreira Martins </b> (<i>Professor Doutor da Uniderp Anhanguera - Campo Grande MS</i>); <b><u>Antônio Carlos Duenhas Monreal </u></b> (<i>Professor Doutor do Departamento de Morfofisiologia da UFMS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O Brasil possui cerca de 15 milhões de ovinos. A região Nordeste é apontada como possuidora do maior rebanho ovino brasileiro, com mais de nove milhões de animais, seguido à distância pela região Sul. Entre os anos de 1995 e 2004, o Mato Grosso do Sul teve um aumento de 21,5% no rebanho de ovinos. O objetivo do presente trabalho foi conhecer o perfil dos ovinos abatidos com inspeção sanitária federal em Campo Grande (MS) durante sete meses. Foi realizado no único frigorífico com inspeção sanitária federal (SIF) em Campo Grande (MS). O trabalho foi conduzido durante sete meses (de setembro de 2007 a março de 2008), em dias aleatórios, quando da ocorrência do abate dos animais. A quantidade de animais observada foi de 4.088 cabeças. Este número representa 26,36% do total de abates com inspeção federal no MS no período. Os úteros gravídicos de 2.373 fêmeas foram separados, abertos na linha de abate identificando o número de fetos/útero para classificação do futuro tipo de parto. A quantidade total de animais abatidos nos dias de observação variou entre 105 e 324 cabeças. A quantidade de fêmeas abatidas variou entre 41 e 174 cabeças. O percentual de fêmeas abatidas variou entre 34,66 e 96,27% dos animais observados. Somente 30,59% do total de fêmeas apresentaram sinais visíveis de gestação. No entanto este número variou entre 16,09% em março e 42,41% em fevereiro. A maior quantidade dos ovinos abatidos em frigorífico especializado, com inspeção federal em Mato Grosso do Sul, no período avaliado, são fêmeas (58,05% do total), das fêmeas abatidas, 726 estavam gestantes no momento do sacrifício. Destas 64,74% apresentavam um feto e 21,21% dois fetos e 1,38% três fetos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>