ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.593-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ENTERITE EOSINOFÍLICA CANINA- RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Vanessa Perlin Ferraro de Ávila </u></b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Anamaria Telles Esmeraldino </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Lucilene Bernardi </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Luiz César Bello Fallavena </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Norma Centeno Rodrigues </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A enterite eosinofílica é uma doença inflamatória crônica que acomete cães, gatos e seres humanos, podendo ocorrer em outras espécies. É caracterizada por uma inflamação mista na mucosa intestinal com predomínio de eosinófilos, podendo envolver outras regiões do trato gastrointestinal, particularmente o estômago em cães e o cólon em gatos. A etiologia é desconhecida, mas suspeita-se de uma reação de hipersensibilidade do tipo I (imediata) contra algum antígeno presente no lúmen intestinal; essa hipersensibilidade induz a desgranulação de mastócitos, havendo a liberação de mediadores da inflamação e, conseqüentemente, atração de eosinófilos. Este trabalho tem o objetivo de relatar um caso de enterite eosinofílica em um canino fêmea, sem raça definida, de quatro anos de idade. O animal apresentava um quadro de diarréia crônica e vômitos há quatro semanas, tendo sido tratado anteriormente com antibióticos e vermífugos, sem sinais de melhora. Foram realizados hemograma, contagem de plaquetas, exame direto e flutuação de fezes, ecografia e RX contrastado do trato gastrointestinal, não tendo revelado alterações significativas. O animal foi submetido a laparatomia exploratória, com biópsia intestinal. O material foi encaminhado para exame histopatológico no laboratório de anatomia patológica do Hospital Veterinário da ULBRA, tendo sido diagnosticado uma enterite eosinofílica. O canino foi tratado com prednisona por 30 dias, apresentando uma melhora significativa do quadro. Palavras-chave: Enterite eosinofílica, caninos, histopatologia </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>