ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:06.589-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Aqüicultura</b><p align=justify><strong>ALTERAÇÕES IMUNOLÓGICAS EM ALEVINOS DE JUNDIÁS (RHAMDIA QUELEN) EXPOSTOS À CONCENTRAÇÕES SUBLETAIS DO HERBICIDA GLIFOSATO</strong></p><p align=justify><b><u>Rafael Zanatta </u></b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Ezequiel Davi dos Santos </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Mônica Dal'asta </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Leonardo José Gil Barcellos </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Luiz Carlos Kreutz </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Na região Nordeste do Rio Grande do Sul, onde as lavouras de grãos predominam, é comum a instalação de açudes próximos ou mesmo dentro de áreas cultiváveis, o que possibilita a contaminação de açudes com defensivos agrícolas. Quando a contaminação é intensa observa-se mortalidade de peixes; quando a contaminação ocorre em escala menor e de forma freqüente, as conseqüências são ainda desconhecidas. Nesse trabalho, o objetivo foi determinar as alterações no sistema imune natural de jundiás expostos à doses subletais do herbicida glifosato. Foram utilizados alevinos de jundiá, aclimatados por 6 dias e alimentados "at libitum", e com densidade inferior a 1g peixe/L de água. Os peixes foram expostos ao glifosato (0,730 mg/L ou 1,825 g/L) por um período de 24 hr, a 14ºC ou 22ºC, ou por 10 dias a 22ºC. Após o período de exposição, os peixes foram anestesiados para coleta das células da cavidade celomática e soro sanguíneo. As células foram utilizadas para determinar o índice fagocítico (IF) e a produção de óxido nítrico, e o soro para avaliar a ativação do sistema do complemento e atividade de mieloperoxidase sérica. Alevinos de jundiá expostos ao glifosato tiveram uma significativa (P<0.05) redução no IF após 24 hr de exposição sendo que a redução foi maior nos peixes mantidos a 22ºC. Após 10 dias de exposição ao glifosato o IF foi similar entre o grupo exposto e o grupo controle. Porém, jundiás expostos ao glifosato por 10 dias tiveram um aumento da atividade de mieloperoxidase sérica, e uma redução na produção de óxido nítrico, em relação ao grupo controle. Além disso, em todos os grupos, a atividade hemolítica natural do sistema do complemento foi menor nos alevinos expostos ao glifosato. Com base nos dados obtidos pode-se concluir que o glifosato causa imunossupressão em alevinos de jundiá.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>