ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:06.589-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Aqüicultura</b><p align=justify><strong>PATOGENICIDADE DA INFECÇÃO POR AEROMONAS HYDROPHILA EM ALEVINOS DE JUNDIÁS (RHAMDIA QUELEN)</strong></p><p align=justify><b>Ariane Marteninghe </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Deniz Anziliero </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Leonardo José Gil Barcellos </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b><u>Luiz Carlos Kreutz </u></b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A criação de peixes, embora de grande importância para o desenvolvimento sustentável de pequenas e médias propriedades em muitas regiões do Brasil, ainda é conduzida com precariedades de manejo e problemas sanitários diversos, que propiciam o surgimento de doenças causadas por microorganismos aquáticos oportunistas, como a Aeromonas hydrophila. O presente estudo teve como objetivo determinar a CL50 da A. hydrophila, inoculada pela via intracelomática, para alevinos de jundiá. Foram utilizados 147 alevinos de jundiá com peso médio de 4,82 g (± 0,17 g) e 8,01 cm (± 3,48 cm) de comprimento, distribuídos em 21 tanques de 40 litros (7 peixes/tanque), na densidade máxima de 1 g de peixe/litro. Após o período de aclimatação os alevinos foram inoculados pela via intracelomática utilizando-se as concentrações de 8 x 108, 8 x 107, 8 x 106, 8 x 105, 8 x 104, e 8 x 103 UFC de A. hydrophila/100µl. Todos os peixes foram inoculados com 100µl de suspensão bacteriana e cada dose foi inoculada em 21 alevinos, correspondente a 3 tanques. O grupo controle foi inoculado com PBS estéril. O experimento teve duração de 10 dias e durante este período obsevou-se as lesões, mortalidade e alterações comportamentais dos peixes. Todos os alevinos que receberam a concentração de 8 x 108 UFC de A. hydrophila morreram no segundo dias após a inoculação intracelomática, e 6 alevinos que receberam a concentração de 8 x 107 UFC morreram, entre o segundo e o sexto dia após a inoculação. Computando-se o número de alevinos mortos e sobreviventes após a inoculação de cada dose e utilizando-se o Método de Spearman Kärber, a CL50 de A. hydrophila para alevinos de jundiá foi determinada em 1,63x108 UFC.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>