ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:15.583-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ciências Básicas</b><p align=justify><strong>ESTUDO DA SISTEMATIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E TERRITÓRIOS DA ARTÉRIA CEREBRAL CAUDAL NA SUPERFÍCIE DO ENCÉFALO EM GATOS (FELIS CATUS DOMESTICUS).</strong></p><p align=justify><b><u>Bárbara Oliviera Borges </u></b> (<i>Universidade de Brasília</i>); <b>Eduardo Maurício Mendes de Lima </b> (<i>Universidade de Brasília</i>); <b>Tiago do Prado Paim </b> (<i>Universidade de Brasília</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A interrupção abrupta do fluxo sangüíneo ou a falta súbida de oxigênio para as células do sistema nervoso central, podem provocar lesões irreversíveis. Por isso, o suprimento sanguíneo para o encéfalo está profundamente associado ao desenvolvimento do próprio sistema nervoso central. Objetivando caracterizar a vascularização desse órgão, foram utilizados 26 encéfalos de gatos, adultos, sem identificação de sexo, sem raça definida, oriundos após óbito natural do Centro de controle de Zoonoses e Clínicas Veterinárias do Distrito Federal. Após a coleta, o sistema arterial da cabeça, de cada um dos animais, foi preenchido com solução aquosa, a 50%, de Neoprene Látex  450 corada, sendo o encéfalo e a porção cervical da medula espinhal fixados em solução aquosa de formol, a 10%. Após a fixação, o encéfalo foi retirado da cavidade craniana e, a partir de dissecações, foram avaliados os arranjos apresentados pela artéria cerebral caudal destes animais. As artérias cerebrais caudais direita e esquerda apresentaram-se únicas em 96,1% e 88,4% dos casos, respectivamente; e sempre localizadas na face ventral do pedúnculo cerebral, rostralmente ao nervo oculomotor. Em relação à origem, em 69,2% dos casos no antímero direito e 80,8%, no antímero esquerdo, a artéria cerebral caudal foi formada pela anastomose entre ramo caudal da artéria carótida interna do encéfalo, com maior contribuição, e o ramo terminal da artéria basilar. As variações ocorreram por aumento no diâmetro do ramo terminal da artéria basilar (23,1% dos casos no antímero direito e 3,8%, no esquerdo) ou quando uma dessas duas artérias formava sozinha um dos ramos da artéria cerebral caudal (7,7% dos casos no antímero direito e 15,4%, no esquerdo). Quanto ao trajeto, em 88,4% dos casos no antímero direito e 84,6%, no antímero esquerdo, a artéria cerebral caudal dividiu-se em dois ramos, sendo que o mais rostral seguiu ventralmente ao lobo piriforme e o mais caudal dividiu-se em dois ramos. Destes, o mais caudal dividiu-se em dois novos ramos que vascularizaram, principalmente, o colículo rostral, mas também emitiu ramos para o colículo caudal; o mais rostral liberou ramos que formaram o plexo coróide do terceiro ventrículo. Nas variações foi observado que os ramos vascularizavam a superfície dorsal do tálamo (7,7% dos casos no antímero direito e 11,5%, no esquerdo), o hemisfério cerebral (3,8% no antímero direito e nenhum caso no esquerdo) e o corpo geniculado medial (nenhum caso no antímero direito e 3,8%, no esquerdo). O ramo mais rostral seguiu ventralmente ao lobo piriforme e durante seu trajeto liberou ramos para o hipocampo e, no antímero esquedo, irrigou a superfície dorsal do tálamo e contribuiu para a formação do plexo coróide do terceiro ventrículo. No antímero direito não foi possível estabelecer um padrão de irrigação pela grande variação apresentada.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>