ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.582-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ASPECTOS ECONÔMICOS DA PRODUÇÃO DE CORDEIROS CRUZADOS CONFINADOS ABATIDOS EM DIFERENTES PESOS NO DISTRITO FEDERAL</strong></p><p align=justify><b><u>Tiago do Prado Paim </u></b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>); <b>Maximiliano Tadeu Memória Cardoso </b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>); <b>Bárbara Oliveira Borges </b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>); <b>Bruno Stéfano Lima Dallago </b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>); <b>Aline Landim </b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>); <b>Paulo de Mello Tavares Lima </b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>); <b>Helder Louvandini </b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>); <b>Edgard Franco </b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>); <b>Concepta Margaret Mcmanus Pimentel </b> (<i>Universidade de Brasília - UnB</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O objetivo do presente estudo foi avaliar a viabilidade econômica da produção de cordeiros cruzados em confinamento, bem como determinar qual o peso de abate mais rentável. Foram utilizados 53 ovinos, machos e fêmeas, oriundos de três grupos genéticos diferentes: Santa Inês (SI), Ile de France x Santa Inês (ISI) e Texel x Santa Inês (TSI). Os animais foram abatidos em grupos de abate diferentes de acordo com o peso vivo (PV) (30, 35, 40 e 45 Kg). Foram analisados somente os custos variáveis. O custo da mão de obra e o custo da alimentação representaram, respectivamente, 29% e 69% do custo final. A raça e o sexo influenciaram significativamente no custo do kg de PV e de carcaça produzido. O custo por kg de PV foi R$ 4,01 para o grupo SI, R$3,58 para ISI e de R$ 3,38 para TSI. O custo médio do Kg de PV das fêmeas foi de R$ 3,92 e dos machos foi de R$ 3,57. Os animais abatidos com 45 Kg de PV apresentaram um custo de R$ 3,51 por kg de PV produzido, que foi significativamente menor que os demais grupos. O custo médio obtido do kg de PV produzido foi de R$ 3,74. Com a receita estimada de R$ 3,50 por kg de PV, nota-se que a ovinocultura no DF não é lucrativa. O prejuízo médio observado foi de R$ 7,00 por cordeiro. O pagamento pelo peso de carcaça e por qualidade da carne, a redução dos custos de alimentação e de mão de obra e o uso práticas de manejo para atingir maior índice de partos gemelares podem proporcionar um aumento da margem bruta da atividade. Assim como a busca por melhores índices de produtividade e melhor conversão alimentar, obtidos através de programas de melhoramento genético dos animais.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>