ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.569-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>ANGIOMATOSE CUTÂNEA EM LHAMA (LAMA GLAMA)</strong></p><p align=justify><b>Luppi Mm </b> (<i>UFMG</i>); <b>Malta Mcc </b> (<i>Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte</i>); <b><u>Ocarino Nm </u></b> (<i>UFMG</i>); <b>França Sa </b> (<i>UFMG</i>); <b>Serakides R </b> (<i>UFMG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A angiomatose cutânea é uma alteração vasoproliferativa não neoplásica conseqüente de uma reparação anormal e desordenada do tecido em resposta a uma injúria primária. Já foi descrita em bezerros, bovinos adultos jovens (BELAYAT et al., 1996; COTCHIN & SWARBRICK, 1963) e em cães (KIM et al., 2005); sendo este, o primeiro relato de angiomatose cutânea em lhama. Uma lhama fêmea adulta (Lama glama) de cativeiro da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, apresentou na pele das regiões da face, abdominal, inguinal, perineal e axilar, áreas extensas não pruriginosas, elevadas e coalescentes de aspecto hiperqueratótico que variavam de 1 a 40cm. Fragmentos de pele de vários locais foram coletados por biópsia e fixados em formalina 10% neutra e tamponada e processados pela técnica rotineira de inclusão em parafina. Secções histológicas de 4&#61549;m foram coradas pelas técnicas de hematoxilina e eosina para avaliação morfológica e imunohistoquímica para avaliação de imunomarcação para os anticorpos anti CD31, anti F8 (Von Willebrant), anti VEGF (fator de crescimento endotelial vascular) e anti alfa actina de músculo liso. Foi utilizada a técnica de estreptoavidina-biotina-peroxidase e revelação pelo DAB. Pele de lhama normal (sem angiomatose) foi utilizada para comparar a expressão de VEGF com a pele com angiomatose. Substituição do anticorpo primário por PBS foi utilizado como controle negativo. À histologia, observaram-se áreas irregulares de hiperqueratose paraqueratótica lamelar associada à intensa neoformação vascular composta por vênulas e arteríolas de diâmetros variados localizadas difusamente na derme superficial. Havia também, discreto infiltrado inflamatório linfocítico e moderada fibroplasia característicos de um quadro de angiomatose cutânea. As células que compunham as neoformações vasculares apresentaram imunomarcação para o anticorpo anti F8 e actina alfa de músculo liso. Imunomarcações para VEGF e CD31 foram observadas em fibroblastos adjacentes as neoformações vasculares na derme. A expressão de VEGF não foi observada em fibroblastos da pele da lhama sem angiomatose. Com base nos achados morfológicos foi firmado um diagnóstico de angiomatose cutânea. Os principais diagnósticos diferenciais incluíram as neoplasias benigna e maligna de vasos sangüíneos (hemangioma e hemangiossarcoma) (BILDEF et al., 2002) e harmartomas (REQUENA & SANGUEZA, 1997). Referências BELAYAT FZ, DJENOUHAT S, MENIAI K. Angiomatose cutaneé bovine. Ann Med Vet v.140, p. 363-366, 1996. BILDFELL RJ, VALENTINE BA, WHITNEY KM. Cutaneous vasoproliferative lesions in goats. Vet Pathol v.39, p. 273-277, 2002. COTCHIN E, SWARBRICK O. Bovine cutanous angiomatosis: a lesion resembling human  pyogenic granuloma ( granuloma telangiectaticum ). Vet Rec v.75, p. 437-444, 1963. KIM Y, REINECKE S, MALARKEY DE. Cutaneous Angiomatosis in a Young Dog. Vet Pathol v.42, p. 378-381, 2005. REQUENA L, SANGUEZA OP. Cutaneous vascular anomalies. Part I. Harmatomas, malformations, and dilatation of preexisting vessels. J Am Acad Dermatol v.37, p. 523-549, 1997. Agradecimentos: Rafael Motta e Maria Elvira da Costa da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>