ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.567-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>ANESTESIA EPIDURAL COM LIDOCAÍNA ASSOCIADA À MORFINA E MEDICAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA COM XILAZINA E MIDAZOLAM EM CUTIAS (DASYPROCTA PRYMNOLOPHA)</strong></p><p align=justify><b><u>Fernanda Tercia Silva Cardoso </u></b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ</i>); <b>Bruno Leandro Maranhão Diniz </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ</i>); <b>Luciano Ursulino de Lucena </b> (<i>PARQUE ZOOBOTÂNICO DE TERESINA PIAUÍ</i>); <b>Francisco Solano Feitosa Júnior </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A cutia por apresentar aspectos característicos, tais como tamanho pequeno, baixo custo de manutenção para sua criação e curto período de prenhez, são bem utilizados como modelo experimental. Com o objetivo de descrever a anestesia epidural lombossacra em cutias, foram utilizados seis animais que receberam como medicação pré-anestésica a associação de xilazina (5mg/Kg) com midazolan (0,5mg/Kg) por via intramuscular e após vinte e cinco minutos receberam como anestesia epidural no espaço lombosacro lidocaína (7mg/Kg) sem vaso constrictor associado a morfina (0,1mg/Kg) ambos na mesma seringa aplicados durante um minuto. Foram avaliadas as freqüências cardíaca e respiratória, temperatura retal e saturação de oxigênio nos momentos: M0 (antes da medicação pré-anestésica), M1 (25 minutos após a medicação pré-anestésica), M2 (logo após a aplicação da anestesia epidural) e daí em diante a cada 10 minutos até 60 minutos após a aplicação da epidural (M8). Os animais se recuperaram de forma satisfatória, sem apresentar sinais de excitação, a temperatura retal decresceu desde o início da anestesia em média 2,38±0,886 graus centígrados, variando de 38,52 a 35,95 graus centígrados; a frequencia respiratória diminuiu de 110 para 43 movimentos por minutos imediatamente após a aplicação da medicação pré-anestésica, resultado da ação da xilazina; a frequencia cardíaca também variou desde o início da anestesia de 143 a 118 batimentos por minuto. O tempo hábil de anestesia foi de 84±18,37 minutos. Conclui-se que a utilização de morfina associada a lidocaína por via epidural produz anestesia na região retroumbilical e seu uso pode causar bradicardia e bradpnéia nos animais anestesiados; a associação de midazolan com xilazina pode ser utilizada para medicação pré anestésica para epidural em cutias.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>