ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.564-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO ANDROLÓGICA DE CÃO COM TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL SUBMETIDO AO TRATAMENTO COM VINCRISTINA</strong></p><p align=justify><b>Erica Ferreira Mattos Fischer </b> (<i>Centro Universitário de Barra Mansa</i>); <b><u>Jaci de Almeida </u></b> (<i>Centro Universitário de Barra Mansa</i>); <b>Simone Pontes Xavier Salles </b> (<i>Centro Universitário de Barra Mansa</i>); <b>Osvaldo Almeida Resende </b> (<i>Centro Universitário de Barra Mansa</i>); <b>Andréa Maria de Araújo Gabriel </b> (<i>Universidade Federal Grande Dourado</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO O Tumor Venéreo Transmissível (TVT) é uma enfermidade neoplásica de células redondas altamente contagiosas, afeta caninos, principalmente os de rua, localizando-se principalmente na membrana mucosa da genitália externa de animais de ambos os sexos. Sua etiologia ainda não é claramente definida, e a principal via de transmissão é a venérea. Os sinais clínicos são secreções hemorrágicas, lambedura freqüente no local afetado e protusão do tumor pela genitália externa. O curso clínico varia desde regressão espontânea à disseminação metastática, dependendo da reposta imune ao tumor. O diagnóstico é baseado na anamnese, achados clínicos e citológicos. A terapia de eleição para o tratamento quimioterápico é o sulfato de vincristina que é efetivo na redução de 90 a 95% dos casos. Neste trabalho há descrição de um caso clínico de um cão sem raça definida (SRD) da Fazenda Escola Vila Pepita UBM, que durante uma coleta de sêmen de rotina de estudo apresentou um sangramento na base do pênis, observando-se uma massa tumoral no local. Para diagnóstico definitivo realizou-se impressão em lâmina de microscopia (imprint). No tratamento utilizou-se sulfato de vincristina nas doses de 0,75mg/m² intravenoso (IV) uma vez por semana, totalizando 4 aplicações. Antes de cada aplicação foi realizada a coleta de sêmen para acompanhamento e avaliação das características macro e microscópicas do sêmen (volume, motilidade, vigor, concentração e morfologia espermática) do ejaculado, bem como biometria testicular (comprimento, largura e espessura dos testículos) do cão acometido por TVT e tratado com sulfato de vincristina. As avaliações andrológicas se mantiveram sem alterações relevantes antes, durante e após a quimioterapia, tendo o tratamento restaurando a saúde do animal, o qual continua sendo utilizado por mais de 2 anos para coleta de sêmen em aulas práticas, sem apresentar hemorragias na genitália. Palavras - chave: Cão, Sulfato de Vincristina, Tumor Venéreo Transmissível. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>