ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.557-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>RECUPERAÇÃO FUNCIONAL DE CÃES COM DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL TORACOLOMBAR SUBMETIDOS AO TRATAMENTO CIRÚRGICO</strong></p><p align=justify><b>Rafael Festugatto </b> (<i>UFSM</i>); <b>Alexandre Mazzanti </b> (<i>UFSM</i>); <b>Fabiano Salbego </b> (<i>UFSM</i>); <b>Rosmarini Passos dos Santos </b> (<i>UFSM</i>); <b>Dakir Polidoro </b> (<i>UFSM</i>); <b>Charles Pelizzari </b> (<i>UFSM</i>); <b>Diego Beckmann </b> (<i>UFSM</i>); <b><u>Fernanda Souza Barbosa da Silva </u></b> (<i>UFSM</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A doença do disco intervertebral (DDIV) é uma afecção que ocorre primariamente em cães de raças condrodistróficas devido à extrusão ou protrusão do disco degenerado no interior do canal vertebral. Em caninos, a DDIV é mais comumente associada à compressão extramedular nos espaços intervertebrais entre T11 e L3. O diagnóstico presuntivo da DDIV em cães pode ser baseado nos sinais clínicos, história clínica, exames físico e neurológico. O diagnóstico exige a confirmação radiográfica simples e contrastada no intuito de se observar presença de compressão em massa e evidência de alterações características no canal medular. As indicações para o tratamento cirúrgico da DDIV são a falta de resposta ao tratamento clínico; sinais clínicos recidivantes ou progressivos; paraparesia não ambulatória; paraplegia com preservação da nocicepção (dor profunda) e paraplegia e ausência da nocicepção com duração inferior a 24 horas ou 48 horas. A presente investigação foi realizada com o objetivo de avaliar a recuperação funcional de cães com DDIV toracolombar, submetidos ao tratamento cirúrgico. Somente 33 animais satisfizeram os requisitos para inclusão no trabalho. Em relação à raça, vinte e oito (84,8%) eram Teckell, três (9,1%) sem raça definida e dois (6,1%) Cocker Spaniel. O número de discos afetados variou de um a cinco, sendo que 11 cães (45,8%) apresentaram um disco calcificado e nove (37,5%) dois discos. Dos 24 cães (72,7%) que apresentaram calcificação em um ou mais discos intervertebrais, somente em dois cães (8,3%) o disco calcificado foi o causador da compressão (extrusão) na medula espinhal. Quanto à duração dos sinais neurológicos antes da cirurgia, 27 (81,8%) permaneceram por um período inferior a 15 dias. Desses, um cão (3%) se encontrava em grau II, cujo resultado foi considerado satisfatório, 12 cães (36,3%) se encontravam em grau III, sendo que dez tiveram recuperação satisfatória e dois, parcialmente satisfatória, seis cães (18,1%) em grau IV, sendo cinco com resultados satisfatórios e um, insatisfatório, oito cães (24,2%) em grau V, dois com resultados satisfatórios e seis insatisfatórios. Outros seis cães (18,2%) permaneceram por um tempo superior a 15 dias, sendo um (16,6%) em grau II de disfunção neurológica, quatro (66,6%) cães em grau III e um (16,6%) em grau IV, todos com recuperação funcional satisfatória. Pode-se concluir que: o tratamento cirúrgico promove recuperação funcional satisfatória na maioria dos cães com DDIV toracolombar; o prognóstico para a recuperação funcional após o tratamento cirúrgico é melhor quanto menor o grau de disfunção neurológica; a ocorrência de extrusão é maior entre T12 T13; a percentagem de recidiva é baixa quando submetidos a terapia cirúrgica.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>