ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.543-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>HELMINTOLOGIA DE RÉPTEIS DE FERNANDO DE NORONHA, PERNAMBUCO, BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Ana Carolina de Oliveira Ramalho </u></b> (<i>UNESP - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO - BOTUCATU, SP</i>); <b>Reinaldo José da Silva </b> (<i>UNESP - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO - BOTUCATU, SP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>HELMINTOLOGIA DE RÉPTEIS DE FERNANDO DE NORONHA, PERNAMBUCO, BRASIL RAMALHO, A.C.O.*1 ; SILVA, R.J.1 O presente estudo é resultado de uma tese de mestrado e relata a ocorrência de helmintos na espécie de réptil introduzida em Fernando de Noronha, Tupinambis merianae, e nas duas espécies endêmicas de Fernando de Noronha Trachylepis atlantica e Amphisbaena ridleyi. Ao todo nove espécies de helmintos foram identificadas no trato digestivo e órgãos acessórios, com as seguintes prevalências (P) e intensidade média de infecção (IMI): T. merianae - Diaphanocephalus galeatus (P=96%; IMI=20,5), Spinicauda spinicauda (P=100%; IMI=197,8) e Oochoristica iguanae (P=20%; IMI=4,4); T. atlantica - Moaciria alvarengai (P=20%; IMI=1,0), S. spinicauda (P=92%; IMI=22,1), Mesocoelium monas (P=4%; IMI=3,0), Platynosomum sp. (P=8%; IMI=7,0) e Oochoristica travassosi (P=24%; IMI=1,7); e A. ridleyi - Aplectana albae (P= 96%; IMI= 143,4), Thelandros alvarengai (P=8%; IMI=1,0), M. monas (P=44%; IMI=2,8), Platynosomum sp. (P=36%; IMI= 13,8) e Oochoristica travassosi (P=56%; IMI=2,6). Em T. merianae foi observado que mais de 80% dos animais possuíam associação entre duas espécies de helmintos. Em T. atlântica o parasitismo foi monoespecífico em 50% dos animais, mas a associação entre dois parasitas também foi alta (41.7%). Em A. ridleyi houve maior dispersão de associação, foi observado desde parasitismo monoespecífico até associação entre 5 parasitas. A helmintofauna observada neste trabalho permite concluir que helmintos podem ser carreados com seus hospedeiros quando introduzidos numa nova localidade, e também que os helmintos introduzidos podem infectar os animais endêmicos dessa nova localidade. 1 - UNESP - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Instituto de Biociências, Departamento de Parasitologia, Distrito de Rubião Júnior s/n  Botucatu, São Paulo. CEP: 18 618 000 </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>