ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.542-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>LINFADENITE CASEOSA EM CARNEIRO NA REGIÃO CENTRAL DO RIO GRANDE DO SUL</strong></p><p align=justify><b>Clarissa Strieder Barboza </b> (<i>UFSM</i>); <b><u>Jerônimo Barbosa Marin </u></b> (<i>UFSM</i>); <b>Paula Juchem Nicolodi </b> (<i>UFSM</i>); <b>Carina da Costa Krewer </b> (<i>UFSM</i>); <b>Marta Lizandra do Rego Leal </b> (<i>UFSM</i>); <b>Marcelo Cecim </b> (<i>UFSM</i>); <b>Agueda Palmira Castagna de Vargas </b> (<i>UFSM</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente trabalho descreve um caso de linfadenite caseosa em carneiro da raça Suffolk proveniente de São Martinho da Serra - RS. O animal foi encaminhado ao Hospital Veterinário Universitário (HVU) com histórico de aumento de volume no cordão espermático esquerdo, com consistência firme. Realizou-se uma punção do local e obteve-se um material viscoso de coloração amarelo esverdeada, caracterizando a lesão como um abscesso. O material coletado foi enviado ao Laboratório de Bacteriologia Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (LABAC), juntamente com uma amostra de ejaculado, para realização de cultura bacteriana. Com base nas características morfológicas, tintoriais e bioquímicas das culturas o isolado foi identificado como Corynebacterium pseudotuberculosis. Dessa forma, associando os sinais clínicos ao resultado das culturas bacteriológicas, pôde-se obter o diagnóstico definitivo de linfadenite caseosa que é uma doença de disseminação rápida, característica de rebanhos ovino e caprino do nordeste do Brasil, descrita no estado gaúcho apenas como achado de frigorífico. Essa enfermidade, isolada ou associada a outros problemas sanitários de pequenos ruminantes, contribui consideravelmente para a redução da qualidade do leite, carne e pele, sendo responsável por grandes perdas econômicas para o produtor. Além disso, a doença merece atenção especial, pois seu agente etiológico é de difícil controle no ambiente, tem prognóstico desfavorável e não apresenta histórico de vacinação no estado do Rio Grande do Sul. Dessa forma, faz-se necessário o controle e a prevenção de doenças infecciosas em ovinos, a fim de evitar a transmissão para rebanhos de diferentes regiões do Brasil.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>