ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.527-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>REGISTRO DE CRIPTOSPORIDIOSE EM VEADO CATINGUEIRO (MAZAMA GOUAZOUPIRA) NO SUL DO BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Andressa Rodrigues Reginatto </u></b> (<i>UFSM</i>); <b>Matheus Hilliard Farret </b> (<i>UFSM</i>); <b>Vinicius da Rosa Fanfa </b> (<i>UFSM</i>); <b>Aleksandro Schafer da Silva </b> (<i>UFSM</i>); <b>Silvia Gonzalez Monteiro </b> (<i>UFSM</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A ordem Artiodactila é formada por diversos mamíferos ungulados, entre eles o veado catingueiro (Mazama gouazoupira), pertencente à família Cervidae. Em outros estudos, animais selvagens desta família foram sugeridos como reservatórios de Cryptosporidium sp. e Giardia sp. A contaminação por protozoários gastrintestinais em vertebrados pode ocorrer através da ingestão de cistos ou oocistos esporulados, os quais podem estar presentes nas fezes, pastagens ou ainda na água e nos alimentos. Este estudo teve a finalidade de relatar a ocorrência de criptosporidiose em veados catingueiros no Brasil. Foram analisadas fezes de um casal de Mazama gouazoupira, adulto, mantido em cativeiro no sul do país. O material coletado foi processado pelas técnicas de centrífugo flutuação e Kinyon para pesquisa de parasitos. Foi constatada, nas amostras, infecção moderada por oocistos de Cryptosporidium sp. A coloração de kinyon confirmou o diagnóstico obtido no método de centrífugo flutuação. Este é o primeiro registro de criptosporidiose em M. gouazoupira. Possivelmente, este herbívoro seja reservatório e disseminador do coccídeo, pois os animais apresentavam ótimo estado nutricional e não manifestavam sinais clínicos de parasitose. Em virtude dos resultados obtidos neste trabalho, acredita-se que novas pesquisas devem ser realizadas para verificar o real potencial deste veado como portador e vinculador de zoonoses. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>