ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.498-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>MANUTENÇÃO DO VÍRUS RÁBICO EM ZONA URBANA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO POR ARTIBEUS FIMBRIATUS</strong></p><p align=justify><b><u>Hugo Costa de Souza </u></b> (<i>Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman - Rio de Janeiro/RJ</i>); <b>Gabriel dos Santos Almeida </b> (<i>Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman - Rio de Janeiro/RJ</i>); <b>Gláucio Luís Mata Mattos </b> (<i>Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman - Rio de Janeiro/RJ</i>); <b>Alba Valéria Almeida Barcelos Dias </b> (<i>Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman - Rio de Janeiro/RJ</i>); <b>Wildeberg Càl Moreira </b> (<i>Fundação Oswaldo Cruz / CECAL - Rio de Janeiro/RJ</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A Raiva é uma doença viral amplamente distribuída pelo mundo, que afeta todos os mamíferos domésticos e selvagens. Tem como forma de transmissão a inoculação do vírus presente na saliva do animal infectado principalmente pela mordedura e mais raramente pela arranhadura e lambedura de mucosas e/ou pele lesada. No Brasil ocorrem dois ciclos distintos, um urbano mantido por cães e gatos e outro silvestre que geralmente extrapola o ambiente doméstico. Com o controle progressivo da Raiva urbana, vêm ganhando destaque neste meio a manutenção de vírus em morcegos não hematófagos, habitantes comuns das grandes cidades. O presente trabalho relatou três casos de Raiva em morcegos da espécie Artibeus fimbriatus ocorridos na cidade do Rio de Janeiro no ano de 2007. Foram realizados o isolamento e titulação viral no cérebro e nas glândulas salivares dos quirópteros. No isolamento obteve-se resultado positivo nos três morcegos e em ambos os órgãos, com títulos virais nas glândulas salivares inferiores as do cérebro. Os resultados revelaram a importância dos morcegos não hematófagos em áreas urbanas para a saúde pública. Diante dos casos relatados e da ecologia do morcego, a espécie A. fimbriatus pode ser uma das responsáveis pela manutenção do vírus rábico na população de morcego, no município do Rio de Janeiro.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>