ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.486-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>EFEITO DO PLASMA DE COELHOS NO CONTROLE DA INFECÇÃO POR TRYPANOSOMA EVANSI EM RATOS</strong></p><p align=justify><b><u>Mateus Anderson Otto </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Aleksandro Schafer da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Andressa Rodrigues Reginatto </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Camila Tochetto </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Claudia Dal Molin Soares </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>João Fábio Soares </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Lucas Trevisan Gressler </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Luciana Faccio </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Silvia Gonzalez Monteiro </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Estudos mostram que coelhos infectados experimentalmente com Trypanosoma evansi possuem resistência à doença, desenvolvendo uma  autocura . O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia de plasmas de coelhos infectados e não infectados com T. evansi no tratamento de ratos experimentalmente infectados com o flagelado. Foram utilizados dois coelhos para a obtenção do plasma e 35 Rattus norvergicus divididos em cinco grupos homogêneos. Todos os ratos foram infectados com uma dose de 4,5 x 104 T. evansi. O tratamento instituído foi feito para testar a ação preventiva, com a aplicação de plasma um dia antes da infecção e para testar a ação curativa, administrando o plasma no dia dois e quatro após o contato com o parasito. Os grupos A, B e C receberam 0,6 ml de plasma do coelho que não teve contato com T. evansi e os grupos D, E e F a mesma dose de plasma do coelho infectado com o flagelado que teve auto cura. O grupo G grupo controle, não foi tratado. No experimento, foi observado que o período pré-patente do grupo. Foi verificada diferença estatística significativa na longevidade dos animais tratados nos grupos A, B, E e F quando comparado ao grupo controle. Em virtude dos resultados, conclui-se que o plasma de coelhos retardou a parasitemia e elevou a longevidade de ratos infectados com T. evansi, no entanto não teve efeito curativo</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>