ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.475-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>INFLUÊNCIA DO ÂNGULO DO CASCO EM RELAÇÃO AO ÂNGULO ESCAPULO-UMERAL NA PROVA DE ANDADURA DE CAVALOS DA RAÇA CRIOULA</strong></p><p align=justify><b><u>Julio César Paganela </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carlos Anselmo dos Santos </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Pedro Kutscher Ripoll </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Cahue Paz </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carlos Eduardo Wayne Nogueira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A prova de andadura é parte integrante das provas funcionais do Freio de Ouro, o qual na apreciação das andaduras, é avaliado sua definição, manutenção, comodidade, naturalidade, tipicidade, qualidade e progressão. Também é analisado o correto posicionamento de pescoço e cabeça, e a harmonia das mãos e das patas no galope. O tranco deverá ser largo; o trote e o galope, de velocidade intermediária. O ângulo escapulo-umeral é medido ao longo da espinha da escápula, da ponta do ombro até a ponta da cernelha. Quanto mais curto e forte for o ombro, mais curta e rápida será a passada, maior estresse e choque, transmitidos ao membro e assim maior será o risco de desenvolver claudicação. Sendo que o ângulo escapulo-umeral influencia o ângulo do casco. O objetivo do presente estudo é avaliar o ângulo do casco em relação ao ângulo escapulo-umeral e relacionar com a nota da prova de Andadura, que integra parte da prova funcional do Freio de Ouro. Foram avaliados 73 eqüinos, as medidas aferidas foram o ângulo escapulo-umeral em relação ao solo (Ang.Esc/Umr), com uso de um artrogoniômetro e ângulo do casco dos membros anteriores utilizando um podogoniômetro. Os animais que apresentaram equilíbrio em relação ao ângulo do casco comparado com o Ang.Esc/Umr obtiveram melhores notas na prova de Andadura, comprovando assim que o equilíbrio nos cascos traz uma melhor progressão no movimento fazendo que a andadura ocorra de uma forma cadenciada e constante, fazendo assim que o cavalo obtenha melhor desempenho.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>