ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:11.470-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal</b><p align=justify><strong>SUGESTÃO DE PLANO DE ANÁLISE DE PERIGOS E DE PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE NA PRODUÇÃO DE IOGURTE</strong></p><p align=justify><b>Washington de Oliveira Silva </b> (<i>Secretaria da Agricultuta do Estado de São Paulo</i>); <b><u>Cristina Silva Grootenboer </u></b> (<i>CRMV-RJ</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Foi realizada uma avaliação para identificar, através de um fluxograma, os pontos críticos de controle (PCC) na fabricação do iogurte. A produção de iogurte abrange atividades de controle desenvolvidas dentro da indústria, desde a plataforma de recepção do leite até a obtenção do produto final. De acordo com a legislação vigente e a partir de dados obtidos na implantação de Boas Práticas de Fabricação do laticínio, foi proposto um modelo de fluxograma de produção de iogurte com a identificação de quatro PCC que podem estar presentes devido aos riscos físico e ou biológico e ou químico: A recepção do leite cru foi considerada um Ponto Crítico de Controle (PCC) pelos riscos químico, biológico e físico. O risco químico envolve a presença de resíduos de antibióticos. O risco biológico inclui a existência de microrganismos patogênicos como a Salmonella sp., Brucela sp., Mycobacterium sp, E. coli enteropatogênica, Listeria monocytogenes e Staphylococcus aureus, cuja toxina não é destruída na pasteurização. O risco físico é causado pelos resíduos advindos da falta de higiene e práticas inadequadas durante a ordenha o transporte, que provocam a contaminação da matéria-prima. A mistura de ingredientes ao leite é um PCC pelo risco biológico e físico existentes. O risco biológico envolve o crescimento de microrganismos patogênicos que podem estar presentes como resultado de uma manipulação inadequada ou pela existência de condições insatisfatórias de higiene; o risco físico existe devido à possibilidade da presença de resíduos sólidos (cabelos, sujidades, insetos, metais, vidros, pedras, madeira) existentes no açúcar e ou no leite em pó, o que poderá ocasionar danos à saúde do consumidor. A pasteurização é um PCC pois, uma vez não controlada, microrganismos patogênicos podem não ser destruídos, constituindo um grande risco à saúde pública. A fermentação é considerada um PCC porque uma cultura de baixa qualidade, incorretamente manipulada ou submetida à temperatura inadequada, pode favorecer a multiplicação de patógenos que não serão destruídos posteriormente. São sugeridos quatro PCC no processo de fabricação do iogurte. Uma vez diagnosticados e definidos os seus limites críticos, é possível instituir medidas preventivas, corretivas e de monitoramento, além de normatizar os sistemas de registros e verificação dos procedimentos empregados durante a implantação do sistema APPCC. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>