ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.455-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>PIROPLASMOSE POR THEILERIA EQUI NO RIO GRANDE DO SUL</strong></p><p align=justify><b><u>Marcelo Mendes Götze </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Leandro Quintana Nizoli </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Sergio Silva da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Alexandre Aires Fick </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A theileriose eqüina é uma das principais enfermidades parasitárias que acometem os eqüinos causando grandes danos à sanidade animal. A doença é causada por dois agentes etiológicos classificados como hematozoários, Theileria. equi e Babesia caballi, sendo endêmica na maioria das áreas tropicais e subtropicais do mundo, incluindo o Brasil. Eqüinos cronicamente infectados são passíveis de reagudizações, com perda de performance causando prejuízos por perdas de treinamento e de competições, além de sofrerem restrições comerciais, pelo impedimento de viajarem para o exterior, durante temporadas de reprodução ou competições. O diagnóstico direto pela detecção do parasito em esfregaços sangüíneos corados com Giemsa apresenta alto índice de falsos negativos quando comparado com os testes sorológico. No presente estudo executou-se um estudo epidemiológico preliminar, através da técnica de imunofluorescência indireta, da piroplasmose eqüina em diferentes regiões do estado do Rio Grande do Sul. O predomínio de eqüinos reagentes à T. equi neste estudo demonstra que a região é uma área endêmica da theileriose eqüina. Nossos resultados confirmam a importância do controle de T. equi e demonstra que a população de cavalos do Rio Grande do sul está exposta à infecção de T. equi. Portanto, antecipamos que pesquisas com o desenvolvimento de vacinas e diagnóstico estão sendo desenvolvidas por nossa equipe.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>