ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:08.450-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Sanidade Animal e Políticas Sanitárias</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE BOUBA AVIÁRIA EM MATRIZES DE FRANGOS DE CORTE NO SUL DO BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Cristina Freitas Nunes </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Camila de Oliveira Vilela </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Lívia Silveira Munhoz </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Margarida B. Raffi </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Paula Fonseca Finger </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Bianca Sica Siedler </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Lilian das Neves Ferreira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marcos Antonio Anciuti </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Geferson Fischer </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Gilberto D`avila Vargas </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Bouba aviária (BA) é uma doença viral, que se caracteriza por lesões crostosas nodulares nas partes desprovidas de penas (Bouba cutânea) e por lesões diftéricas no trato digestivo e respiratório superior (Bouba diftérica). O lote de 300 aves da linhagem Ross era de uma propriedade rural do município de Pelotas  RS, estas foram vacinadas no primeiro dia de vida, no incubatório, e com seis semanas de idade receberam a segunda dose da vacina contra Bouba. Com 11 semanas de idade as aves começaram a apresentar lesões cutâneas nas áreas sem penas e apatia. Três aves foram levadas ao Laboratório Regional de Diagnóstico (LRD) da Faculdade de Veterinária  UFPel, onde foi realizada a necropsia. As lesões crostosas foram coletadas e fixadas em formol 10%, embebidos em parafina, cortados em secções de 6µ, e corados pela técnica de hematoxilina-eosina para visualização em microscópio óptico. A pesquisa histopatológica das lesões revelou hiperqueratose, acantose, degeneração hidrópica e presença de corpúsculos de inclusão intracitoplasmáticos eosinofílicos nos queratinócitos, confirmando o diagnóstico para Bouba de acordo com Back (2002). Para o alojamento de um novo lote de aves neste ambiente, medidas de controle ambiental e de manejo devem ser tomadas, assim como a realização de um programa de vacinação com vacina de boa qualidade, de acordo com as recomendações do fabricante</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>