ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:17.449-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Toxicologia</b><p align=justify><strong>ATIVIDADE DA ACETILCOLINESTERASE EM RATOS TRATADOS COM SULFATO DE VINCRISTINA E DECANOATO DE NANDROLONA</strong></p><p align=justify><b>Danieli Brolo Martins </b> (<i>UFSM</i>); <b>Sonia Terezinha dos Anjos Lopes </b> (<i>UFSM</i>); <b>Cinthia Melazzo Mazzanti </b> (<i>UFSM</i>); <b>Roselia Spanevello </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Roberta Schmatz </b> (<i>UFSM</i>); <b>Maisa Correa </b> (<i>UFSM</i>); <b>Maria Rosa C. Schetinger </b> (<i>UFSM</i>); <b>Luciele Varaschini Teixeira </b> (<i>UFSM</i>); <b>Naiara Stefanello </b> (<i>UFSM</i>); <b><u>Samuel Zeni da Rosa </u></b> (<i>UFSM</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A acetilcolinesterase (AChE - E.C. 3.1.1.7) participa da inativação de diversos xenobióticos. Considerando que o sulfato de vincristina é um quimioterápico bastante usado na clínica médica de pequenos animais e que o DN tem sido utilizado em associação a este medicamento para amenizar alguns de seus efeitos colaterais como a citotoxicidade, este estudo objetivou verificar a atividade da AChE encefálica e eritrocitária de ratos normais, tratados com sulfato de vincristina e diferentes doses de decanoato de nandrolona. Foram utilizados 30 ratos machos, divididos, de forma aleatória, em seis grupos com cinco animais cada. Os tratamentos foram aplicados uma vez por semana, durante duas semanas. A colheita das amostras ocorreu na terceira semana. Durante a primeira semana aplicou-se nos grupos: G1 (controle)  solução fisiológica (SF), G2  sulfato de vincristina (4 mg m2), G3  SF, G4  SF, G5  sulfato de vincristina (4 mg m2) e G6- sulfato de vincristina (4 mg m2). Na segunda semana foi aplicado: G1 (controle)  SF novamente, G2  SF, G3  DN (1,8mg kg-1), G4  DN (10,0mg kg-1), G5  DN (1,8mg kg-1) e G6  DN (10,0 mg kg-1). Após o período de tratamento, o sangue dos animais foi colhido por punção cardíaca. As estruturas encefálicas foram separadas em cerebelo, córtex, estriado e hipocampo, e homogeneizadas isoladamente em Médium I e centrifugadas a 1800 rpm por 10 minutos. A atividade da AChE foi determinada pelo estudo de ELLMAN et al. (1961), modificado por ROCHA et al. (1993) em cada uma das estruturas do encefálo. A atividade da AChE eritrocitária também foi determinada pelo estudo de ELLMAN et al. (1961), porém modificada por WOREK et al. (1999). Os dados obtidos demonstraram que o uso único de vincristina não alterou a atividade da AChE cerebral. Porém, o DN sozinho e/ou combinado ao quimioterápico alterou o comportamento da AChE, inibindo-a (como no estriado), ou estimulando-a (como no hipocampo e córtex cerebral). Assim, o DN e suas associações com a vincristina interagiram com o sistema colinérgico, pois houve alteração na atividade da AChE. A AChE eritrocitária (RBC-AChE) apresentou atividade inibitória na sobredose do éster, além de suas associações com a vincristina. Estes resultados comprovam que a RBC-AChE é capaz de refletir o estado da sinapse, pois apresentou resultados similares a uma das estruturas mais ricas em vias colinérgicas, o estriado, o que a torna acessível para uso em animais e humanos. Pode-se concluir que o DN é capaz de influenciar a atividade da AChE, afetando o sistema colinérgico, o que poderia ocasionar em uma ação alterada do seu neurotransmissor, além de uma baixa ou alta estimulação dos receptores pós-sinápticos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>