ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.447-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>PARALISIA DOS MEMBROS POSTERIORES EM RATOS INFECTADOS CRONICAMENTE COM TRYPANOSOMA EVANSI</strong></p><p align=justify><b><u>Aleksandro Schafer da Silva </u></b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>); <b>Camila Tochetto </b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>); <b>Régis Adriel Zanette </b> (<i>Univeridade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Felipe Pierezan </b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>); <b>Silvia Gonzalez Monteiro </b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Trypanosoma evansi é um protozoário da seção salivaria, agente etiológico da doença conhecida como mal das cadeiras em eqüinos. Animais parasitados com flagelado podem desenvolver infecção de curso agudo ou crônico associado a distúrbios hematopoiéticos, circulatórios e nervosos. Em virtude disto, este trabalho tem por objetivo relatar a paralisia dos membros posteriores em ratos (Rattus norvergicus) infectados cronicamente com o protozoário. A parasitemia era controlada nesses animais com o uso de aceturato de diminazeno na dose única de 3,5mg kg-1, mensalmente. Em duas situações distintas ocorreu a paralisia dos membros posteriores de dois ratos machos (Rattus norvergicus) infectados cronicamente com o flagelado. No primeiro caso, o roedor estava infectado há cinco meses e tinha sido submetido a quatro repetições da dose. Este apresentou paralisia dos membros posteriores e atrofia dos mesmos em 15 dias de evolução quando foi submetido à eutanásia. Na histopatologia investigou-se possíveis lesões no sistema nervoso central a partir de cortes histológicos do cérebro, cerebelo e medula espinhal, montados em lâmina e corados pela hematoxilina e eosina. A análise histológica demonstrou ausência de alterações no sistema nervoso central, conforme descrito em outras espécies. No segundo caso, o rato estava infectado há três meses e havia recebido duas doses do aceturato. A atrofia também foi evidente, no entanto o mesmo morreu com elevada parasitemia nove dias após o inicio dos sinais clínicos. Em ambas as situações, os animais apresentaram incoordenação motora dos membros que evoluiu para uma paralisia. No mesmo período, outros roedores infectados eram mantidos no mesmo ambiente e condições, entretanto não apresentaram qualquer alteração semelhante à destes animais. Como base nos dados pode-se sugerir que o curso crônico da tripanosomose seja responsável pela paralisia dos membros em ratos, assim como é visualizado em eqüinos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>