ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.447-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>INFESTAÇÃO POR ÁCAROS EM CAMUNDONGOS (MUS MUSCULLUS) DE BIOTÉRIO EXPERIMENTAL</strong></p><p align=justify><b><u>Aleksandro Schafer da Silva </u></b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>); <b>Lucas Trevisan Gressler </b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>); <b>Tayana Marchese Sessegolo </b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>); <b>Marilise Escobar Bürguer </b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>); <b>Silvia Gonzalez Monteiro </b> (<i>Univeridade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A investigação biomédica ainda depende da utilização de animais de laboratório, sendo camundongos e ratos os mais comumente utilizados em experimentação. Trabalhos realizados com esses animais mostram que os mesmos podem ser afetados pelas condições ambientais e infecciosas, acarretando interferência em pesquisas. Este estudo visou relatar a infestação mista por ectoparasitos em camundongos (Mus muscullus) mantidos em um biotério experimental. Em 20 animais foi observado pêlo seco, áreas de alopecia com lesões avermelhadas e úmidas, prurido intenso e crostas na região dorsal do corpo. Dos camundongos avaliados foi coletado pêlo e realizado raspado cutâneo para análise microscópica, onde se identificou nesses roedores ácaros das espécies Radfordia affinis, Myocoptes musculinus e Demodex sp. A fim de solucionar o problema de parasitismo do biotério, estipulou-se um tratamento com ivermectina 1%, na dose de 0,007 mg/ml diluída em água por cinco dias consecutivos. Após dez dias do início da terapia os animais foram reavaliados, não sendo contatada presença de ácaros nos roedores. Conclui-se neste estudo, que a severidade das lesões produzidas pelos ectoparasitos seja decorrente da infestação mista, assim como a mortalidade de alguns animais. A ausência de barreiras sanitárias provavelmente foi à causa determinante para o parasitismo. O protocolo terapêutico aplicado é eficaz no combate aos ectoparasitos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>