ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:20.446-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Plantas Toxicas</b><p align=justify><strong>ASPECTOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS DE OVINOS INTOXICADOS POR IPOMOEA ASARIFOLIA (CONVOLVULACEAE).</strong></p><p align=justify><b><u>Daniel Praseres Chaves </u></b> (<i>Doutorando UNESP-Jaboticabal (DINTER-UNESP/UEMA)</i>); <b>José Jurandir Fagliari </b> (<i>Prof. dept°. clínica e cirurgia vet. UNESP - Jaboticabal</i>); <b>Victor Hugo Azevedo Carvalho </b> (<i>Acadêmico med. veterinária - UEMA</i>); <b>Elzivânia Gomes da Silva </b> (<i>Acadêmica med. veterinária - UEMA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Ipomoea asarifolia ou salsa é encontrada em margens de lagoas e praias, de preferência em solos arenosos. A sua toxidez já foi comprovada experimentalmente em bovinos, ovinos, caprinos e bubalinos. Os principais sinais clínicos são tremores musculares e perturbações na locomoção. Considerando-se o significado econômico e a necessidade de maior compreensão dos mecanismos fisiológicos envolvidos na intoxicação por essa planta, revestem-se de grande interesse os conhecimentos sobre as alterações clínicas e laboratoriais para auxiliar no seu controle. Com o objetivo de avaliar esses aspectos, 25 ovinos clinicamente sadios foram divididos em cinco grupos iguais e durante 30 dias receberam o seguinte tratamento: G1 (controle) - dieta exclusivamente composta de capim-elefante (Pennisetum purpureum) triturado; G2 - 75% de capim-elefante + 25% de salsa; G3 - 50% de capim-elefante + 50% de salsa; G4 - 25% de capim-elefante + 75% de salsa; e G5 - dieta exclusivamente composta de Ipomoea asarifolia. Durante o experimento foi realizado exame clínico individual diário. Imediatamente antes do fornecimento da salsa (momento zero), cinco e 10 dias após o início do consumo do vegetal, colheu-se sangue para hemograma e para avaliar a atividade sérica das enzimas aspartato aminotransferase-AST, gamaglutamiltransferase-GGT, creatinoquinase-CK e de fosfatase alcalina-ALP e a concentração glicose, bilirrubinas total-BT e direta-BD. Utilizaram-se kits comerciais e as leituras foram realizadas em espectrofotômetro semi-automático (Labquest), em comprimentos de onda específicos para cada constituinte. Os animais cuja doença evoluiu para o óbito foram submetidos à necropsia. As variáveis quantitativas foram analisadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. O aparecimento dos sinais clínicos do 3º após a ingestão. A seqüência dos sinais clínicos nos grupos dois a cinco foi: ranger de dentes que ocorreu em 60% dos animais, hiperestesia (5%), excitabilidade (45%), tremor de cabeça e membros (100 %), desequlíbrio (75%), queda com decúbito lateral (35%) e óbito (90%). Excetuando-se o ranger de dentes, hiperestesia e excitabilidade, os outros achados concordam com os descritos por Döbereiner et al., (1960); Riet-Correa et al., (2002) e Barbosa et al., (2005). O tempo decorrido entre o início da ingestão e o óbito variou entre cinco a 30 dias. Não houve alterações significativas da temperatura retal, freqüências cardíaca e respiratória e movimentos ruminais. Não se constatou alteração no exame histopatológico. Os resultados das análises bioquímicas e hematológicas, permaneceram dentro dos limites de referência para a espécie ovina, conforme Kaneko et al., (1997); Meyer e Harvey, (1998); Kramer, (2000). Assim, mesmo que tenha ocorrido lesão hepática, esta não refletiu uma alteração nos níveis séricos dos elementos bioquímicos avaliados. Palavras chaves: Ovinos, intoxicação, Ipomoea asarifolia. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>