ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.435-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>CACHOEIRA: UMA EXPERIÊNCIA COMPARADA NO CONTROLE DA TUNGÍASE SEM IMPACTO AMBIENTAL</strong></p><p align=justify><b>Luiz Gilberto Daiello </b> (<i>SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE /PMPA/RS</i>); <b><u>Sonia Maria Mottin Duro da Silva </u></b> (<i>SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE /PMPA/RS</i>); <b>Rute Lopes </b> (<i>SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE /PMPA/RS</i>); <b>Karen Dabdab </b> (<i>SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE /PMPA/RS</i>); <b>Roger Halla </b> (<i>SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE /PMPA/RS</i>); <b>Jose Carlos Sangiovani </b> (<i>SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE /PMPA/RS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>CACHOEIRA: UMA EXPERIÊNCIA COMPARADA NO CONTROLE DA TUNGÍASE SEM IMPACTO AMBIENTAL I - INTRODUÇÃO O controle da Tungíase em Porto Alegre, fundamenta-se em metodologia participativa, cuja parceria com a equipe da UBS/PSF e a comunidade local é elemento constituinte primordial. No primeiro momento (2007), experenciou-se uma tentativa de controle dessa zoonose prescrevendo o tratamento químico ambiental  além de outras medidas. Houve a recidiva do problema. Como o impacto ambiental é algo a ser considerado, resolveu-se realizar o controle da Tungíase de uma outra maneira. Este trabalho traz a experiência em um local denominado Cachoeira, pertencente à área de atuação do PSF Jardim Protásio Alves, cuja característica peculiar da equipe acelerou a integração com a comunidade e o desenvolvimento das atividades. Tem-se como proposta um estudo sistemático comparativo dos resultados (utilização x não utilização de composto químico). Nesta fase, os resultados serão parciais, mas, independente disto, o principal é estar atento às práticas ambientais instauradas, seus riscos e a possibilidade de mudança. II  JUSTIFICATIVA O estudo comparativo sistemático de diferentes práticas no controle da Tungíase justifica-se pelo impacto químico ambiental e sua parcial resolutividade (recidivas). III - OBJETIVOS Objetivo Geral Contribuir para a melhora da qualidade de vida da população evitando os riscos de contaminação química ambiental. Objetivos Específicos 1. Educar para a saúde: construir saberes e práticas em saúde que possam evitar a instauração/proliferação do problema. 2. Controlar a Tungíase nos locais endêmicos do município de Porto Alegre, preferentemente sem a utilização de tratamento químico ambiental. 3. Realizar estudo comparativo sistemático entre as práticas de controle desta zoonose. 4. Construir conjuntamente com a equipe local e a comunidade os instrumentos de controle/monitoramento  comprometimento dos atores. IV  METODOLOGIA A metodologia proposta é Apreensão Dirigida, inventada em 1995, com o intuito de resolver problemas complexos relacionados à população animal/humana. Num primeiro momento foi direcionada, exclusivamente ao controle canino/felino no município de Porto Alegre. Por seu caráter eminentemente dialógico, participativo, construtor de novos saberes, serviu no fio condutor na resolução de outras complexidades: controle da Tungíase. Para a sua execução é imprencidível que os atores estejam motivados. Ver item a seguir. VI  RESULTADOS Em 2007 foram realizadas 02 aplicações de ivermectina totalizando 36 animais na primeira aplicação e 50 animais na segunda aplicação. Em 2008 foram realizadas 02 aplicações com 115 animais na primeira e 110 animais na segunda aplicação sem tratamento químico ambiental. A dose de Ivermectina em 2007 foi de 0,1 ml/5Kg; em 2008, 0,2ml/5kg. - O aumento no número de animais em 2008 foi devido à adesão de moradores da área contígua à Cachoeira na organização do trabalho. - No segundo momento, em que não se preconizou o tratamento químico ambiental e a dose de Ivermectina dobrou, não houve até então, recidiva do problema. - A organização comunitária em mutirão (maio/2008) propiciou a retirada do lixo/entulhos em parceria com o DMLU. A limpeza do ambiente doméstico/público substituiu a aplicação de produto químico. - Como referenciado anteriormente a avaliação/monitoramento deve ser continuada. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>