ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.419-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ANÁLISE DAS VARIAÇÕES DO PH DURANTE O CICLO ESTRAL BOVINO  DADOS PRELIMINARES</strong></p><p align=justify><b>Gele de Carvalho Araújo </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Rômulo José Vieira </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Fernanda Tércia da Silva Cardoso </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b><u>Ana Lys Bezerra Barradas Mineiro </u></b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Tarcisio Paiva do Nascimento Morais </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Marcos Antônio Vieira Filho </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Andréia da Silva Costa </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A fêmea bovina são dependentes de um controle ginecológico sistemático e periódico. A dinâmica do ambiente uterino durante o ciclo estral caracteriza a interferência racional sobre a fisiologia permitindo manipular-se o ambiente uterino e induzir ou potencializar o efeito do reconhecimento materno da gestação. O ambiente uterino é dinâmico e apresenta diferenças nas fases do ciclo estral, devido à regulação esteroidogênica dos ovários e a secreção endometrial Por outro lado os efeitos diretos do pH uterino na sobrevivência embrionária nas espécies domésticas ainda não são totalmente conhecidos. O objetivo do presente trabalho foi caracterizar o pH encontrado do flúido uterino em diferentes fases do ciclo estral e na prenhez e verificar a sua associação com a mesma.Os dados foram colhidos durante 12 meses em um matadouro na cidade de Teresina, Piauí. O pH foi mensurado utilizando fitas de papel tornassol através de um corte transversal no útero, entre a cérvice e os cornos uterinos, e por meio do contato deste com a mucosa uterina e anotado em fichas onde constam o número do animal e respectivo pH uterino. Exames histopatológicos e citológicos foram realizados de forma que somente úteros sem inflamação ou qualquer outra patologias fossem analisados. Tratos genitais considerados imaturos, em anestro ou anormais foram descartados e apenas aqueles na fase de pró-estro, estro, metaestro ou diestro e úteros gestantes (quatro meses) foram utilizados para este estudo. Dos animais observados 48 estavam no pró -estro, 41 no estro, 23 no diestro e 24 estavam gestantes.O pH uterino apresentou moda 7 nos cornos direito e esquerdo. Dos cornos uterinos que apresentaram pH 8, 64,58 % eram de animais gestantes, 35,42% não gestantes ( 2,07 % no pró-estro, 8,33% no diestro e 25 % no estro ). Os cornos que apresentaram pH 9 pertenciam a animais gestantes. Entre os cornos uterinos com pH 6, 50% pertenciam a animais que estavam no estro, 38,9% no pró-estro e 11,1 gestantes. Há evidências que existe associação entre o pH uterino e a gestação. Palavras chave: pH uterino, reconhecimento materno, prenhez </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>