ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.417-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE ERLIQUIOSE CANINA NO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIVERSITÁRIO-UFPI</strong></p><p align=justify><b>Lidiany Viana Pires </b> (<i>Universidade Federal do Piaui</i>); <b>Ciro José Sousa de Carvalho </b> (<i>Universidade Federal do Piaui</i>); <b>Francisco Assis Lima Costa </b> (<i>Universidade Federal do Piaui</i>); <b>Lucilene dos Santos Silva </b> (<i>Universidade Federal do Piaui</i>); <b>Joelma Borba Silva </b> (<i>Universidade Federal do Piaui</i>); <b>Rosa Maria dos Santos Melo </b> (<i>Universidade Federal do Piaui</i>); <b>Nádia Expedita Almeida E Cruz </b> (<i>Universidade Federal do Piaui</i>); <b><u>Silvana Maria Medeiros de Sousa Silva </u></b> (<i>Universidade Federal do Piaui</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A erliquiose canina é uma doença infecciosa transmitida pelo carrapato Rhipicephalus sanguineus provocada por bactérias intracelulares do gênero Erhlichia que infectam obrigatoriamente os leucócitos e plaquetas, nos quais formam agrupamentos intracitoplasmáticos denominados de mórula. Com o objetivo de estudar a ocorrência de Erliquiose Canina no Hospital Veterinário Universitário (HVU) da Universidade Federal do Piauí (UFPI), através da citologia foram avaliados 65 cães com suspeita clínica de Erliquiose, no período de agosto de 2007 a agosto de 2008. Nestes foram observados os sinais clínicos e esfregaços de sangue periférico colhidos da ponta da orelha e punção aspirativa de medula a fim de pesquisar a presença das mórulas de Ehrlichia sp. e observados dados sobre raça, sexo e idade dos animais avaliados, além dos resultados dos exames hematológicos. Os principais sinais clínicos encontrados foram linfadenopatia (53,8%), anorexia (49,2%), perda de peso (46,1%) e mucosas hipocoradas (43,1%). A mórula foi observada em 9 13,8% animais, sendo 4 (44.4%) em sangue periférico e 5 (55,6%) em aspirado de medula óssea, dos quais, um apresentou também formas amastigotas de Leishmania sp. Dos cães positivos 5 (55.6%) eram machos, a faixa etária predominante foi de cães menores de cinco anos 5 (55,6%). Cães Sem Raça Definida e Pitt Bull representaram 33,3% cada um. As principais alterações hematológicas foram trombocitopenia, observada em 8 (88, 8%) cães e anemia em 8 (88,8%). Quanto à morfologia a anemia mais observada foi do tipo normocítica normocrômica presente em 5 (55,5%) dos cães positivos. Com este estudo observou-se que a Erliquiose canina é uma enfermidade que presente em Teresina, PI.. A pesquisa de mórula de Ehrlichia sp em esfregaço de aspirado de medula óssea pode ser incluída no diagnóstico parasitológico aliado ao esfregaço de sangue periférico. Há possibilidade de co-infecção entre essas patologias, como foi evidenciado neste levantamento.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>