ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.410-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO IN VITRO DA TREALOSE COMO CRIOPROTETOR PARA SÊMEN OVINO CONGELADO</strong></p><p align=justify><b>Karina Lemos Goularte </b> (<i>UFPel</i>); <b>Rafael Adolfo Tonieto </b> (<i>UFPel</i>); <b>Gustavo Desire Antunes Gastal </b> (<i>UFPel</i>); <b>Raquel Schiavon Schiavon </b> (<i>UFPel</i>); <b>Alexander de Oliveira Gonçalves </b> (<i>UFPel</i>); <b><u>Jonas Rafael Schneider </u></b> (<i>UFPel</i>); <b>Thomaz Lucia Jr </b> (<i>UFPel</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A inseminação artificial (IA) é uma valiosa ferramenta para programas de melhoramento genético e conservação de raças em ovinos. No entanto, esta técnica não é tão difundida nessa espécie, quando comparada a outras espécies domésticas, devido não somente aos baixos e irregulares índices de fertilidade, mas também à dificuldade na aplicação de melhorias, tais como o uso de sêmen congelado. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a integridade das membranas plasmática e acrossomal e a motilidade da célula espermática ovina, após sofrer congelamento em meio diluente contendo trealose. Foram realizadas nove coletas de sêmen, em sete machos ovinos SRD, durante os meses de maio e junho de 2008. Os animais foram mantidos em área pertencente ao Biotério Central (UFPel  RS), manejados sob as mesmas condições ambientais. A coleta era realizada mediante o uso de vagina artificial previamente aquecida a 42°C, utilizando uma fêmea imobilizada como manequim. Imediatamente após a coleta, o ejaculado era dividido em duas porções iguais e diluído em condições isotérmicas (1:1 v/v) em dois tratamentos: T1, com o diluente TRIS com inclusão de gema de ovo e glicerol; e T2: TRIS com inclusão de gema de ovo e trealose. As amostras foram avaliadas pré-congelamento e pós-descongelamento, quanto a motilidade espermática, integridade de membrana e integridade de acrossoma. As amostras apresentaram valores médios de motilidade pré-congelamento de 70.952% no T1 e 71.016% no T2, e pós-descongelamento 19.206% no T1 e 22.381% no T2. Valores médios de integridade de membrana pré-congelamento de 51.730% no T1 e 48.032% no T2, e pós-descongelamento 13.984% no T1 e 14.968% no T2. E valores de integridade de acrossoma pós-descongelamento de 21.667% no T1 e 20.778% no T2. A substituição do glicerol pela trealose como crioprotetor para congelamento de sêmen ovino no presente trabalho, obteve resultados similares (não diferindo estatisticamente) na avaliação da integridade das membranas plasmática e acrossomal, e motilidade da célula espermática ovina. A utilização de trealose como crioprotetor para congelamento de sêmen ovino manteve a qualidade seminal após o descongelamento, conservando parâmetros comparáveis com os obtidos com o glicerol, podendo então, ser utilizada para congelamento de sêmen desta espécie.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>