ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.408-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>OSTEOSSÍNTESE DE ÚMERO EM POTRO  RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Cassius Alexandre Ramos </u></b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Isis dos Santos Dal-bó </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Paula Cristina Gonzales </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Fernanda Silveira Nóbrega </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Carlos Afonso de Castro Beck </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Marcelo Meller Alievi </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Marcio Poletto Ferreira </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As fraturas de úmero em eqüinos são de ocorrência incomum, devido ao fato deste ser um osso resistente, relativamente curto e envolto por grande quantidade de músculos. Quando da ocorrência de fratura, as principais formas de apresentação são oblíqua ou helicoidal no terço médio da diáfise. O tratamento deste tipo de fratura, nesta espécie, somente é recomendado em potros ou animais com menos de 300 quilos, sendo possível utilizar na osteossíntese pinos intramedulares, haste intramedular bloqueada ou placa e parafusos. O prognóstico para fraturas de úmero não articulares em potros é considerado bom. O objetivo deste trabalho é relatar a osteossíntese de fratura helicoidal de úmero em um potro com 45 dias de idade. O animal foi atendido no Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS apresentando edema e claudicação no membro torácico esquerdo, através do exame radiográfico foi diagnosticado fratura helicoidal do úmero direito. O animal foi encaminhado para tratamento cirúrgico de osteossíntese com colocação de três pinos de Steinmann no canal intramedular. No pós-operatório imediato o potro apresentava apoio inconstante do membro e 60 dias após a cirurgia foi constatada consolidação da fratura e apoio adequado do membro. Conclui-se que a opção por osteossíntese de úmero em potro com três pinos de Steinmann intramedulares foi eficiente neste caso relatado.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>