ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.395-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>RESSECÇÃO CIRÚRGICA ASSOCIADA À QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO TRATAMENTO DE LEIOMIOSSARCOMA INTESTINAL FELINO</strong></p><p align=justify><b><u>Raquel Machnacz Kroetz </u></b> (<i>UFRGS</i>); <b>Vanessa Bergel Lipp </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Danielli Herbst Ely </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Luciana Oliveira de Oliveira </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Kelly Cristini Rocha da Silva Ferreira </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Rosemari Teresinha de Oliveira </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Claudia Stringhini Faraco </b> (<i>UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O leiomiossarcoma é uma neoplasia maligna de células da musculatura lisa. Geralmente, apresenta-se como uma massa solitária, infiltrativa e de crescimento lento. O baço, o fígado e os tratos gastrointestinal e genitourinário são os locais mais comumente acometidos. Leiomiossarcomas têm sido infreqüentemente relatados no trato intestinal de cães e gatos. Sinais como dor abdominal, episódios de oclusão intestinal, sangramento digestivo, perda de peso e massa palpável são manifestações comuns a uma grande variedade de afecções digestivas e induzem a um diagnóstico tardio. Com freqüência, tumores intestinais são identificados por palpação abdominal. Exames laboratoriais, de imagem e endoscópicos são úteis. O tratamento de escolha é a ressecção do tumor com margens de segurança de, pelo menos, 5cm, associada à linfadenectomia locorregional. O mau prognóstico dessas neoplasias está relacionado com o estádio avançado no momento do diagnóstico. Mais da metade dos pacientes já apresenta metástases à distância na ocasião da primeira abordagem. A quimioterapia adjuvante é indicada para destruir micrometástases e aumentar o tempo de sobrevida do paciente. A doxorrubicina e a dacarbazina constituem as melhores opções para os leiomiossarcomas. O objetivo deste trabalho é relatar o caso de um felino com leiomiossarcoma intestinal e metástase em fígado e peritônio, tratado com ressecção cirúrgica e quimioterapia adjuvante com doxorrubicina. O paciente apresentou melhora progressiva após a quimioterapia e, a cada três meses, realiza reavaliações clínicas no HCV/UFRGS. Neste caso, o tratamento cirúrgico aliado à quimioterapia adjuvante se mostrou eficaz, uma vez que o paciente já apresenta mais de um ano de sobrevida, com qualidade.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>