ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.383-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DA OTITE EXTERNA PURULENTA E EVOLUÇÃO CLÍNICA FRENTE A DUAS FORMAS DE TRATAMENTO</strong></p><p align=justify><b><u>Êmille Gedoz Guiot </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Eduardo Negri Mueller </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Alexandre Corrêa </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Rafael Siqueira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Joana Jordana Jacomy Silveira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Renata Costa Schramm </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Márcia de Oliveira Nobre </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> A otite externa é uma afecção do epitélio do conduto auditivo, que possui etiologias múltiplas, sendo isolados no local agentes como fungos, bactérias e ácaros. É um problema bastante freqüente na clínica de pequenos animais e muitas vezes está presente nos cães que chegam à clínica por outros motivos. Este trabalho tem como objetivo acompanhar a evolução dos achados clínicos em cães com otite purulenta frente a dois tipos de tratamento. Foram estudados 10 cães provenientes do Hospital de Clínicas Veterinária da Universidade Federal de Pelotas, com raças e idades variadas. Os pacientes foram classificados quanto a conformação da concha acústica e quanto à evolução clínica. Foram avaliados presença de prurido, agitação da cabeça, odor, eritema e secreção na concha acústica e hiperalgia. Na otoscopia foi considerada a presença de eritema, edema, úlcera, estenose e quantidade de secreção purulenta, a qual foi classificada em três escores (1-2-3), em relação ao grau de obstrução do cone do otoscópio: escore 1-não ocorria a obstrução do cone; escore 2- obstrução parcial do cone; escore 3- obstrução total do cone. Os pacientes que apresentaram eritema do meato acústico e secreção com escore 2 ou 3 ou odor, foram divididos aleatoriamente em dois grupos (A e B), com 10 orelhas em cada grupo. Os animais do grupo A receberam solução otológica e antibiótico sistêmico duas vezes ao dia, já os pacientes do grupo B foram submetidos a uma única lavagem do conduto auditivo externo, além do uso de solução otológica e antibiótico sistêmico duas vezes ao dia. Tanto os animais do grupo A quanto os do grupo B foram tratados durante 15 dias. A conformação da concha acústica predominante foi a pendular; quanto à evolução clínica, a totalidade de casos foi de otites crônicas. Os condutos auditivos de ambos os grupos apresentaram redução nos achados clínicos iniciais, porém não obtiveram cura clínica após 15 dias de tratamento.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>