ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.374-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>COMPARAÇÃO DE GANHO DE PESO MÉDIO DIÁRIO ENTRE BORREGAS SUPLEMENTADAS COM MINERAIS ORGÂNICOS E BORREGAS SUPLEMENTADAS COM MINERAIS INORGÂNICOS DURANTE A ESTAÇÃO DE MONTA</strong></p><p align=justify><b><u>Vanessa Veronese Ortunho </u></b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Wilmar Sachetin Marçal </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Bianca Ribeiro de Souza </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Renata Caminha Gomes </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Evandro Doine Vettorato </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Alessandro Caseri </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Iolanda Kassem </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Bruna Bolsoni </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>INTRODUÇÃO A obtenção de altos índices reprodutivos, segundo Owen (1988), depende de vários fatores como: precocidade, longevidade reprodutiva, freqüência de parições, prolificidade e taxa de sobrevivência de cordeiros (SUSIN apud JUNIOR 2007). A nutrição animal é uma ciência que vem crescendo a passos largos e tem originado grandes avançosl e nesse contexto, segundo Baruselli (2000), os minerais orgânicos (quelatados) merecem destaque. O objetivo do estudo foi comparar o ganho de peso diário de dois grupos de borregas: um grupo suplementadas com minerais orgânicos e o outro com minerais inorgânicos. 1. MATERIAL E MÉTODOS O experimento foi realizado numa propriedade rural localizada no município de Prado Ferreira, 23°02 22  de latitude Sul, 51°26 32  de longitude Oeste e 651m de altitude, norte do Paraná, Brasil. Foram utilizadas 30 ovelhas da raça Suffolk, as quais foram separadas por meio de sorteio em dois grupos de 15 fêmeas: um grupo recebeu sal mineral comercial contendo só componentes inorgânicos e o outro grupo recebeu sal mineral comercial contendo minerais orgânicos na forma de carboaminofosfoquelato. O experimento começou quando as fêmeas foram desmamadas, com 4 meses de idade em média, e terminou no final da estação de monta, conforme manejo da propriedade. A estação de monta iniciou e terminou, respectivamente, com as fêmeas tendo: grupo orgânico: 35,33 +/- &#61472;&#61472;4,46kg e 39,26 +/- &#61472;4,36kg; grupo inorgânico: 37,2 +/- &#61472;6,45kg e 40 +/- &#61472;5,62kg. O sistema adotado foi o intensivo. A alimentação consistiu de ração comercial (14,00% P.B.), cana picada, água e sal mineral, fornecidos à vontade nos cochos. Realizaram-se 4 pesagens mensais dos animais. A primeira foi realizada em março e a última foi em junho 2008, ao final da estação de monta. 2. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os dados de ganho de peso médio diário não foram diferentes estatisticamente de acordo com a Análise de Variância, com nível de significância de 5%. Durante os dois primeiros meses estudados as ovelhas pertencentes ao grupo que recebera sal mineral inorgânico tiveram maior ganho de peso quando comparadas com as fêmeas do grupo orgânico. O ganho de peso médio diário referente ao mês de maio mostra que as ovelhas do grupo que recebera sal mineral orgânico obtiveram ganho de peso (55,17g/dia) superior ao grupo inorgânico (-15,86g/dia). Durante os meses estudados as fêmeas do grupo orgânico ganharam 110,77g/dia em média, enquanto que as fêmeas do grupo inorgânico tiveram um ganho de peso médio de 99,7g/dia. 3. CONCLUSÕES O experimento mostrou que os animais que receberam sal mineral orgânico foram mais eficientes no ganho de peso do que os animais que receberam sal mineral inorgânico. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARUSELLI, M. S. Minerais orgânicos: o que são, como funcionam e vantagens do seu uso em ruminantes. In: SIMPÓSIO DE PECUÁRIA DE CORTE, 2, 2000, Botucatu. Anais... Botucatu: UNESP/FMVZ, 2000. p.2-19. OWEN, J.B. Breeding for fecundity. Veterinary Record, [S.l.]. v.123, p.308-310,1988. SUSIN, apud JUNIOR, A.C.H; SOBRINHO,A.G.S.S; YAMAMOTO, S.M.; PINHEIRO, R.S.B.; BUZZULINI, C; LIMA,C.S.A. Ganho compensatório em cordeiras na fase de cria: desempenho e medidas biométricas. Revista Brasileira de Zootecnia, Viçosa. v.36, n.1, p.111-119, 2007. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>