ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.363-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>RUPTURA DE URETRA PÉLVICA EM UM CANINO EM CONSEQUÊNCIA DE POLITRAUMATISMO POR ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO</strong></p><p align=justify><b><u>Rita Cássia Vilarinho </u></b> (<i>UPF</i>); <b>Lucas Marques Colomé </b> (<i>UPF</i>); <b>Mauricio Veloso Brun </b> (<i>UPF</i>); <b>Fernanda Regina Loss </b> (<i>UPF</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As lesões traumáticas uretrais são classificadas como contusão, laceração, ruptura e obstrução. As contusões uretrais são mais freqüentemente resultantes de traumatismos. A ruptura de uretra pélvica ocorre com maior freqüência em cães machos secundariamente a uma fratura pélvica, osso peniano ou outro traumatismo. Em machos a uretra é dividida em segmento prostático, membranoso e pélvico Os sinais clínicos de ruptura uretral incluem disúria, anúria, hematúria, dor, edema local e descolamento do períneo. Foi atendido no HV-UPF, um canino macho, sem raça definida de sete meses de idade e 6 quilogramas de massa corporal, apresentando politraumatismo em conseqüência de acidente automobilístico. Através da anamnese, exame clínico e radiográfico (uretrograma de contraste positivo) diagnosticou-se fratura de epífise distal de fêmur direito e fratura completa de ílio e ísquio. Como conseqüência à fratura de pelve, observou-se ainda ruptura uretral intra-pélvica com extravasamento de urina para os tecidos adjacentes provocando aumento de volume local. O tratamento realizado constou de cateterização uretral utilizando um cateter de Foley por 10 dias, osteossíntese pélvica e da epífise femural. O sucesso do tratamento cirúrgico foi confirmado através da recuperação completa do paciente. Com o caso em questão, foi possível observar a confirmação da regeneração uretral ao final de 10 dias com auxílio de cateter urinário. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>