ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.362-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>MONITORAMENTO PARASITOLÓGICO EM ROEDORES DE UM BIOTÉRIO CONVENCIONAL.</strong></p><p align=justify><b>Márcia Bohrer Mentz </b> (<i>Laboratório de Parasitologia do Departamento de Microbiologia do ICBS/UFRGS</i>); <b><u>Liege Teixeira </u></b> (<i>Laboratório de Parasitologia do Departamento de Microbiologia - ICBS/UFRGS</i>); <b>Lis Santos Marques </b> (<i>Laboratório de Parasitologia do Departamento de Microbiologia - ICBS/UFRGS</i>); <b>Luisa Macedo Braga </b> (<i>Centro de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CDCT) da Fundação Estadual de Produção e Pesquis</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Introdução: a utilização de animais de experimentação exige, além da qualidade genética, um controle sanitário rigoroso para que os mesmos possam ser usados como reagentes biológicos em pesquisas biomédicas, com resultados cientificamente confiáveis. Em biotérios convencionais, onde a microbiota dos animais é desconhecida, exames parasitológicos e sorológicos rotineiros na colônia (para vírus e bactérias específicos da espécie) são fundamentais para manter a qualidade e o controle sanitário da criação. Em relação aos tipos de parasitos, existe uma grande diferença entre os encontrados em animais na natureza e os da mesma espécie, criados em laboratório. Além disso, a principal dificuldade para descobrir as enfermidades, em particular de ratos e camundongos, é a ausência de sinais clínicos característicos. Portanto, o monitoramento parasitológico é muito importante para avaliar o estado de comprometimento das colônias. Materiais e métodos: em um biotério, qualificado sanitariamente como convencional, coletaram-se amostras de fezes de roedores das seguintes espécies: Mus musculus domesticus, das linhagens isogênicas C57BL/6 (08) e BALBc (09) e da linhagem heterogênica CF1(67), por três dias consecutivos. As fezes foram coletadas em  pool de cada uma das 84 caixas amostradas, identificadas e mantidas sob refrigeração até o seu processamento no Laboratório do Setor de Parasitologia do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Básicas da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ICBS/UFRGS). Para o diagnóstico coproparasitológico, foi utilizada a técnica de flutuação em solução hipersaturada de cloreto de sódio e exame direto. Resultados: do total de amostras coletadas, 28/84 (33%) foram positivas para os seguintes gêneros: Eimeria 07/28 (25%) Syphacia 13/28 (46%) e Aspiculuris. 8/28 (29%). Conclusões: após o diagnóstico optou-se pela troca diária das caixas dos animais, observando o ciclo evolutivo do coccídio. Este procedimento fez-se necessário, pois o gênero Eimeria é patogênico e não faz parte dos parasitos aceitos em criação de animais convencionais, além do elevado custo financeiro que significaria o tratamento farmacológico de toda a criação. Por outro lado, a presença dos gêneros Syphacia e Aspiculuris faz parte da fauna parasitária encontrada neste tipo de criação. Exames posteriores de amostras fecais mostraram que o manejo sanitário foi eficaz no controle parasitário da colônia. Referências bibliográficas: De LUCA, R.R et al. Manual para Técnicos de Laboratório em Bioterismo. São Paulo, Ed. H.A. Rothschild, 1990. ANDRADE, A. et al. Animais de Laboratório - criação e experimentação. Rio de Janeiro, Ed. Fiocruz, 2002. FOREYT, WJ. Parasitologia Veterinária: manual de referência. São Paulo. Roca, 2005. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>