ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:12.359-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Biotecnologia</b><p align=justify><strong>IDENTIFICAÇÃO DE UM FATOR DE 28 KDA NO PLASMA SEMINAL ASSOCIADO À MOTILIDADE ESPERMÁTICA DE MACHOS SUÍNOS</strong></p><p align=justify><b>Carine Dahl Corcini </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fernando Jair Rempel </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Rudy Pigozzo </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fabiana Moreira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Antonio Sergio Varela Junior </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande</i>); <b>Karina Lemos Goularte </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b><u>Valéria Gonçalves da Silva Brum </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Denise Calisto Bongalhardo </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Thomaz Lucia Jr. </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A inseminação artificial em suínos com sêmen congelado apresenta índices de desempenho reprodutivo insatisfatórios, em comparação com a inseminação artificial com sêmen resfriado. Entre outros fatores, esta ineficiência pode ser atribuída aos diluentes e à variação entre os machos doadores de sêmen, que podem apresentar diferente conteúdo de proteínas no plasma seminal. O objetivo deste trabalho foi identificar polipeptídeos provavelmente associados à motilidade espermática de sêmen suíno submetido ao congelamento e descongelamento. Foram utilizados quatro machos suínos F1 com fertilidade conhecida. O ejaculado foi coletado pelo método da mão enluvada, sendo que somente a porção do ejaculado rica em espermatozóides foi submetida a criopreservação em diluente contendo 5% de dimetilacetamida que tem função de crioprotetor interno. O conteúdo protéico do plasma seminal foi avaliado por eletroforese unidimensional e analisado pelo software Totallab TL 100, v. 2006, e associado com motilidade pré- congelamento e pós-descongelamento. Foram conduzidas análises inter-machos, nas quais o efeito individual foi ajustado, e intra-machos, nas quais as análises foram estratificadas para cada macho. A presença da proteína com peso molecular de 28 kDa foi associada positivamente a motilidade pré-congelamento ao contrário observado na motilidade pós-descongelamento (P < 0,05). Portanto, a proteina com 28 kDa é uma potencial candidata a marcadora bioquímica para qualidade de sêmen de suínos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>