ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:11.353-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF) DURANTE A OBTENÇÃO DA CARNE DE CARANGUEJO-UÇÁ, UCIDES CORDATUS (LINNAEUS, 1763).</strong></p><p align=justify><b>Simone Tigusa Melo Miyake </b> (<i>Universidade Federal Rural da Amazônia - UFRA</i>); <b>Fernando Elias Rodrigues da Silva </b> (<i>Universidade Federal Rural da Amazônia</i>); <b>Carissa Michelle Goltara Bichara </b> (<i>Universidade Federal Rural da Amazônia</i>); <b><u>Ruth Helena Falesi Palha de Moraes Bittencourt </u></b> (<i>Universidade Federal Rural da Amazônia</i>); <b>Moacir Cerqueira da Silva </b> (<i>Universidade Federal Rural da Amazônia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO A extração da carne de caranguejo-uçá, usualmente denominada  massa do caranguejo é realizada de forma artesanal e manual, sendo em sua maioria produzida sem as mínimas condições de higiene no interior do Estado do Pará. Na Região Norte e especificamente no Estado do Pará, representa fonte de renda para grande número de pescadores que sobrevivem da atividade de captura e beneficiamento do caranguejo. O controle de qualidade dos alimentos requer o monitoramento de todo o processo produtivo, desde a seleção da matéria-prima até o seu consumo. Para garantir a segurança e inocuidade do alimento, alguns métodos são empregados dentre os principais estão as BPF, que são compostas de um conjunto de princípios e regras de higiene para o correto manuseio dos alimentos. A carne de caranguejo-uçá é regularmente consumida por todos os níveis da população paraense e é freqüentemente associada a eventos de doenças de origem alimentar. Os objetivos desse trabalho foram avaliar as BPF durante a obtenção desse produto, mediante a aplicação de check list e a elaboração do fluxograma de processo, além de sugerir as principais fontes de contaminação para o produto final, durante o processo de obtenção. Foram avaliados 37 itens com o check list para as 30 famílias produtoras de carne de caranguejo-uçá estudadas, totalizando 1.110 itens. Destes, 253 (22,79%) foram avaliados como Conforme Total (C-total), 827 (74,50%) como Não Conforme Total (Nc-total) e 30 (2,70%) como Não Aplicado Total (Na-total). Observou-se também que 630 (56,75%) itens foram classificados como Críticos (Cr); sendo 186 (16,75%) como Crítico Conforme (C-c), 414 (37,29%) como Crítico Não Conforme (Cr-Nc), e 30 (2,70%) como Crítico Não Aplicado (Cr-Na), indicando que o processo de obtenção da carne de caranguejo-uçá não atende às BPF, representando sério risco de contaminação microbiológica. Palavras-chaves: Caranguejo-uçá, Boas Práticas de Fabricação, contaminação microbiológica. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>