ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.353-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>UTILIZAÇÃO DO SULFATO DE ATROPINA COMO MPA, PROPOFOL COMO INDUTOR, SEVOFLUORANO OU ISOFLUORANO NA MANUTENÇÃO DA ANESTESIA EM GATOS DOMÉSTICOS (FELIS CATUS).</strong></p><p align=justify><b><u>Ruth Helena Falesi Palha de Moraes Bittencourt </u></b> (<i>Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)</i>); <b>Jorge Edgar Cruz </b> (<i>UFRA</i>); <b>Moacir Cerqueira da Silva </b> (<i>UFRA</i>); <b>Vania Maria Trajano da Silva Moreira </b> (<i>UFRA</i>); <b>Fernando Elias Rodrigues da Silva </b> (<i>UFRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO: Dezesseis gatos domésticos, sem raça definida e predileção por sexo, clinicamente sadios, com idades variadas e pesando, em média, 3,5kg, foram submetidos a dois protocolos anestésicos: P1  com sulfato de atropina na dose de 0,044mg/kg como MPA, propofol na dose de 8mg/kg como indutor e sevofluorano 1% na manutenção e P2  mesmos agentes e doses na MPA e indução e com o isofluorano a 1,5% para a manutenção, objetivando-se comparar e avaliar a utilização dos dois protocolos, considerando o efeito dos agentes sobre as FC e FR, TR e efeitos adversos durante o período de recuperação e a facilitação da intubação endotraqueal. A anestesia foi mantida com o isofluorano ou com o sevofluorano durante 30 minutos. Foram aferidas FCs e FRs nos tempos T0 (sem medicação), T1 e T2 (10 minutos após administração do sulfato de atropina (MPA) e 10 minutos após a administração do propofol, respectivamente), T3, T4 e T5 (a cada 10 minutos da administração do sevofluorano ou do isofluorano) e T6 (período de recuperação). As TRs foram aferidas no T0 e no T6. Os dados obtidos na avaliação dos parâmetros fisiológicos estudados foram tabulados e analisados, ao longo do tempo, pelo teste Kruskal-Wallis através do software SAS (1990), visando comparar os dois protocolos entre si. Estatisticamente não foram registradas diferenças significativas (p<0,01) nos parâmetros avaliados entre os protocolos P1 e P2, tendo sido observado elevação na FC após administração do sulfato de atropina, e diminuição após a administração do propofol, sevofluorano e isofluorano. As TRs, ao final da anestesia encontraram-se diminuídas quando comparadas com aquelas aferidas no T0. A intubação endotraqueal foi facilitada, não tendo sido observadas manifestações comportamentais indesejáveis durante os períodos de indução e recuperação. Termos para Indexação: atropina, propofol, sevofluorano, isofluorano, gatos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>