ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.343-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>CONDROSSARCOMA MESENQUIMAL EXTRAESQUELÉTICO EM FELINO</strong></p><p align=justify><b><u>Andressa Fisch </u></b> (<i>UFPel</i>); <b>Camila Basso Cartana </b> (<i>UFSM</i>); <b>Thomas Normanton Guim </b> (<i>UFPel</i>); <b>Tainã Normanton Guim </b> (<i>UFPel</i>); <b>Cristina Gevehr Fernandes </b> (<i>UFPel</i>); <b>Luis Fernando Jantzen Gapar </b> (<i>UFPel</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O condrossarcoma mesequimal extraesquelético (CME) é uma neoplasia maligna rara em animais domésticos. Relata-se o caso de um felino que apresentava uma massa subcutânea firme e aderida à musculatura na face lateral do membro posterior esquerdo e com projeção para região lombo-sacra. Constatou-se dor à palpação, dificuldade de locomoção e perda da propriocepção e da função motora. O exame citológico determinou a ocorrência e uma neoplasia maligna formada predominantemente por células fusiformes individualizadas e agregados celulares com bordos mal definidos. Não foi autorizada pelo proprietário a avaliação radiográfica e realização de tratamento específico. O paciente passou a receber apenas analgesia com Cloridrato de tramadol. Após quatro semanas o proprietário retornou com o paciente, pois esse havia apresentado piora da situação geral. A massa neoplásica havia aumentado de tamanho. A avaliação do paciente indicou a necessidade de eutanásia, que foi realizada. O material neoplásico coletado foi enviado para exame patológico. O exame macroscópico evidenciou que a massa era firme, homogênea, com área central de necrose e sem lesões metastáticas. O exame histopatológico foi realizado com três colorações: hematoxilina-eosina, alcian blue e tricrômio de Massom. As estruturas observadas em todas as colorações firmaram o diagnóstico de condrossarcoma mesenquimal esquelético (CME). Este apresenta etiologia desconhecida, podendo ser um tipo de sarcoma pós-vacinal em felinos, porém o proprietário relatou que o paciente não recebeu qualquer tipo de injeção no sítio tumoral. A citologia determinou que o neoplasma era maligno, e a histopatologia indicou proliferação de células mesenquimais. Não havia focos de ossificação. A excisão cirúrgica é indicada como terapia de escolha, mas não foi possível neste caso, Esse relato consta como o primeiro caso de CME em felino descrito no Brasil. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>