ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:18.333-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Imunobiologia</b><p align=justify><strong>IDENTIFICAÇÃO DE ANTICORPOS CONTRA O PARVOVÍRUS CANINO EM FILHOTES, ANTES E APÓS A PRIMEIRA DOSE VACINAL</strong></p><p align=justify><b><u>Vanessa Edon Moraes </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Aline Pinto de Pinto </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Helen Silveira Coimbra </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Eduardo Negri Muller </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Anelize Campello </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marcia Oliveira Nobre </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Luiz Felipe Dame Schuch </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A parvovirose é a doença infecciosa mais freqüente em cães jovens, e que caracteriza-se por causar uma enterite aguda e altamente contagiosa. O agente etiológico é o Parvovírus canino tipo dois (CPV-2). O presente trabalho teve como objetivo avaliar a titulação de anticorpos específicos anti-CPV presente no soro de filhotes da mesma ninhada, antes e após a primeira dose vacinal, o método usado para detecção de anticorpos foi a Inibição da hemaglutinação (IHA). Foram coletadas amostras de sangue com intervaloes semanais, a partir de 30 dias de idade, de seis filhotes da mesma ninhada, totalizando sete amostras de cada cão. Com 50 dias de vida os cães foram vacinados, sendo divididos em dois grupos que receberam vacinas de diferentes laboratórios. Em todas as amostras de soro havia a presença de anticorpos específicos, e após a vacinação os filhotes não evidenciaram resposta a imunização ativa, concluindo-se que os animais possuíam alta influência de anticorpos maternos, indicando que, nesse caso, a vacinação deveria ser feita em uma idade posterior. Portanto o ideal é que a prática de vacinação contra o parvovírus cainino em cães jovens ocorra após a titulação de anticorpos, identificando o momento da janela imunológica para que a vacina possa induzir adequada imunidade.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>