ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.324-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DO ENVOLVIMENTO DE CÉLULAS TRONCO AUTÓLOGAS DE MEDULA ÓSSEA NA REGENERAÇÃO DO NERVO TIBIAL DE COELHOS MEDIANTE TÉCNICA DE TUBULIZAÇÃO COM PRÓTESE DE SILICONE</strong></p><p align=justify><b>Lucas Marques Colomé </b> (<i>UFSM</i>); <b>Cristiano Gomes </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Nadia Crosignani </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Karina Magano </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Lisiane Pinho Foesrtnow </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Ney Luis Pippi </b> (<i>UFSM</i>); <b>Émerson Antônio Contesini </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Elizabeth Obino Cirne-lima </b> (<i>UFRGS</i>); <b><u>Fernanda Regina Loss </u></b> (<i>UPF</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> Este estudo apresenta um modelo experimental de defeito agudo em nervo periférico para avaliação da regeneração nervosa mediante técnica de tubulização associada à inoculação de células tronco autólogas de medula óssea. Foram utilizados 12 coelhos Nova Zelândia albinos, submetidos à secção bilateral do nervo tibial e posterior reparo mediante utilização de câmara de silicone. Internamente à prótese de tubulização do nervo tibial esquerdo em todos os animais, foram inoculadas as células tronco autólogas de medula óssea, coletadas a partir do úmero. Como grupo controle (nervo tibial direito), mediante aplicação de mesma técnica de reparo, solução de NaCl foi administrada internamente à prótese. Após 30 dias de observação, os animais foram eutanasiados e procedeu-se a avaliação histológica dos segmentos nervosos através das colorações de hematoxilina-eosina, luxol fast blue e azul de toluidina. Com os resultados, foi possível concluir que o transplante de células tronco autólogas associada à técnica de tubulização apresenta vantagens no processo de regeneração nervosa periférica. Lesões traumáticas, vasculares, inflamações e neoplasias podem produzir ruptura de algumas ou todas fibras em um nervo periférico, resultando em disfunção sensitiva e/ou motora focal. A regeneração funcional após uma reparação nervosa é um processo complexo que envolve fatores locais e sistêmicos. Neste particular, os mecanismos básicos de mielinização das fibras regeneradas e do processo de crescimento e orientação das fibras encontram-se ainda parcialmente determinados. No intuito de transpor estas dificuldades, pesquisas vêm objetivando conhecer o resultado da associação de técnicas consagradas com alternativas novas no âmbito da engenharia tecidual. Como exemplo, citamos a utilização de substâncias exógenas para promover um acréscimo na qualidade e velocidade de regeneração. Neste estudo, o emprego da técnica de tubulização junto à terapia celular mononuclear autóloga de medula óssea representou bem esta tendência. A recente e promissora área da medicina regenerativa vem abrindo perspectivas inovadoras no tratamento de inúmeras doenças, utilizando terapias celulares, fatores de proliferação e diferenciação celular e biomateriais que permitem ao próprio organismo reparar tecidos e órgãos lesados . Este trabalho teve por objetivo avaliar a capacidade de regeneração do nervo tibial de coelhos Nova Zelândia. Mediante os resultados obtidos é possível concluir que a técnica de tubulização em coelhos proporciona uma boa evolução do processo de regeneração nervosa em um período de 30 dias de observação pós-cirúrgica. Pela análise das lâminas histológicas observa-se presença de bainha de mielina fina em ambos os grupos de tratamento, concluindo-se que o processo regenerativo ainda encontra-se incompleto. Apesar do exposto, segundo o teste estatístico de Wilcoxon, existe diferença significativa entre a presença de degeneração Walleriana nos dois grupos de estudo, oportunizando concluir que o tratamento com células tronco autólogas de medula óssea apresenta vantagens no processo de regeneração do nervo periférico sob a técnica de tubulização. Com as outras variáveis analisadas, apesar da diferença entre os grupos não ser estatisticamente significativa, é possível inferir que o processo regenerativo acontece de uma forma mais rápida no grupo tratado com as células tronco autólogas de medula óssea. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>