ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.316-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>DISTENSÃO ABDOMINAL-PIOMETRA ENFISEMATOSA EM CADELA</strong></p><p align=justify><b>Lucas Alécio Gomes </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Maria Isabel de Melo Martins </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Nádia Shimosaka </b> (<i>Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)</i>); <b>Angelita Zannata Reia </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b><u>Maria Carla Perozim Preti </u></b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Cães que apresentam aumento de volume abdominal são freqüentes na rotina clínica de animais de companhia e representam um desafio quanto ao diagnóstico. Dentre esses problemas, está a piometra, que pode ser resultante de contaminação bacteriana, principalmente originária da vagina no período de estro. Relata-se o caso de uma fêmea canina, pinscher, jovem adulta, atendida no Hospital Veterinário da Universidade Estadual de Londrina (UEL), em que a proprietária do animal relatou que este apresentou cio há aproximadamente 25 dias e aumento de volume abdominal progressivo há cerca de 20 dias. Na percussão abdominal detectaram-se sons timpânicos e dor à palpação. Não havia presença de corrimento vaginal e os parâmetros vitais encontravam-se dentro dos valores de normalidade. Fora realizado hemograma completo no qual se verificou leucocitose com desvio a esquerda e ao exame radiográfico abdominal observou-se estrutura tubular distendida com conteúdo gasoso. Fora indicado ultra-som abdominal para complementar o diagnóstico radiográfico uma vez que por meio deste não fora possível distinguir entre útero ou intestino, entretanto, a proprietária do animal não concordou em realizar o exame devido a restrições financeiras. Indicou-se, portanto, celiotomia exploratória na qual verificou-se que os cornos uterinos estavam aumentados e com conteúdo gasoso. Procedeu-se então a ovariohisterectomia. O conteúdo líquido uterino foi submetido à cultura microbiana, na qual se isolou Stafilococcus sp; o exame citológico identificou bacilos gram - positivos esporulados sugestivos de Clostridium sp. Este animal foi tratado no pós-operatório com antibióticos de amplo espectro.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>